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E-commerce Girl NEWS

Netshoes , a gigante sem um centavo de lucro!

Entenda como “não ter lucro” pode ser uma estratégia milionária.

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Toda vez que falo isso em sala de aula me deparo com rostos surpresos! “como assim? eles são os melhores, vedem pra caramba isso não é verdade!” e os mais violentos ( sim, classe de aula se tornou um lugar de violência intelectual e sobre isso podemos falar em outro post ) perguntam verozmente : – QUAL A FONTE? DE ONDE SÃO ESSES RESULTADOS? É SÓ O SEU “ACHISMO” ? bom, para os agressivos segue abaixo matéria da ISTO É , assunto esse, aliás, também já foi abordado pela Exame.

Boa Leitura!

Maior ícone do comércio eletrônico mundial, a americana Amazon é também o principal símbolo de um dilema comum no setor. Com ações negociadas na Nasdaq desde 1997, a empresa se acostumou a divulgar resultados nos quais os crescimentos exponenciais de receita dividiam espaço com prejuízos que não passavam despercebidos aos olhos de investidores e acionistas. Isso ficou no passado. Hoje, a companhia de Jeff Bezos é lucrativa. Embora ainda esteja longe dos escrutínios do mercado de capitais e dos números da gigante do varejo, a brasileira Netshoes tem pela frente um desafio semelhante.

Apesar de saltos expressivos de receita e de já ter atraído mais de R$ 600 milhões de fundos de investimento, a empresa, fundada em 2000 e uma das pioneiras do varejo virtual no País, nunca deu lucro. Nesse cenário, uma questão volta e meia vem à tona: até onde vai o fôlego da Netshoes? “Ninguém aqui quer construir uma empresa que não para em pé”, diz o fundador e CEO Márcio Kumruian. “Uma companhia só é reconhecida quando consegue provar que se tornou sustentável”.

Há cerca de três anos, a Netshoes vem equacionando suas estratégias agressivas de expansão com a busca por rentabilidade. “Estamos perseguindo um crescimento com controle e responsabilidade.” Diversas medidas sinalizam essa postura. A Netshoes renegociou prazos e condições comerciais com seus fornecedores, em acordos de longa duração. E mudou sua política de fretes gratuitos. Caso queira receber o item na data da compra, o consumidor paga pelo serviço. Diariamente, a companhia despacha 30 mil produtos. “Nos últimos quatro anos, reduzimos nossos custos com logística em 80%”, diz Leonardo Dib, diretor financeiro da Netshoes.

“Muitas lojas virtuais têm dificuldade em dizer não ao consumidor no momento da venda”, diz Ana Paula Tozzi, CEO da consultoria GS&AGR. “A Netshoes está no caminho certo.” Em 2015, a empresa reduziu seu prejuízo líquido em 32,4%, para R$ 63,2 milhões. A receita cresceu 32,8%, para R$ 1,54 bilhão. No ano, o comércio eletrônico movimentou R$ 41,3 bilhões no País, alta de 15,3%, segundo a consultoria e-Bit. “Eles estão estancando o sangramento”, afirma Eduardo Terra, presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo.

“E estão criando outras formas de rentabilizar sua plataforma.” A Netshoes quer aproveitar ativos como tráfego e infraestrutura de logística para abrir novas fontes de receita. Há uma série de projetos em curso. No fim de 2015, a empresa lançou um cartão de crédito em parceria com o Itaú Unibanco e prevê outros produtos financeiros. Em fevereiro, estreou seus marketplaces, como são chamados os sites que reúnem as ofertas de diversos varejistas e que cobram taxas pela exposição nesse espaço.

Dois meses depois, a Netshoes assinou um acordo para gerenciar a logística de distribuição da fabricante de suplementos alimentares Midway Labs no Brasil. “Da concepção ao lançamento, nada passa de seis meses aqui dentro”, diz Kumruian. É o caso da Zattini, loja virtual de moda. Após quatro meses de estruturação, a operação chegou ao mercado em dezembro de 2014. Em 2015, faturou R$ 100 milhões. O próximo passo é acrescentar produtos de beleza às ofertas da loja. Boa parte das apostas reside, no entanto, na Shoestock.

A tradicional varejista de calçados, bolsas e acessórios foi comprada em dezembro e será a primeira marca própria da Zattini. Os planos passam ainda por um retorno da Shoestock às lojas físicas. “Mas não será de uma maneira tradicional”, afirma. “O mercado vai ver a primeira experiência multicanal, de fato, em prática.” Esses movimentos têm sido bem recebidos pelos investidores da empresa. “A Netshoes tem seguidamente atingido ou ultrapassado as nossas expectativas”, afirma Sean Peterson, executivo sênior da IFC, braço de investimentos do Banco Mundial.

“A empresa tem um caminho sustentável e um time muito capaz para executá-lo.” Nicolas Szekasy, sócio-diretor da Kaszek Ventures, reforça que a velocidade está de acordo com os planos traçados pelos fundos envolvidos. “Todos têm a consciência de que o e-commerce tem um tempo diferente”, diz. “A companhia tem um negócio principal muito sólido, capaz de financiar a criação de ativos fortes e rentáveis num futuro bem próximo.”

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URGENTE: VAZARAM SENHAS DOS PRINCIPAIS E-COMMERCES BRASILEIROS

vazamento de senhas dos maiores sites de e-commerce Brasileiros preocupa especialistas em segurança.

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Segurança não é um assunto muito divulgado em e-commerce, afinal quem compra coloca lá uma senha e quase nem lembra, mas o assunto é sério e hoje tomou proporções importantes.

Nossos amigos do site TecMundo recebeu um arquivo, disponibilizado via Pastebin, com nomes de usuários e senhas para algumas das principais plataformas de e-commerce do Brasil. Entre elas, estão: Netshoes, Extra, Centauro, Casas Bahia, PagSeguro, Terra, eFácil, Ponto Frio, HostGator etc.

São mais de 360 logins e senhas que, supostamente, entregam acesso para contas de usuários. O arquivo, que foi encontrado e enviado pelo Laboratório de Segurança da Antecipe, poderá ser visto em screenshots logo abaixo

ORIENTAÇÃO: SE TIVER ALGUMA CONTA REGISTRADAS EM ALGUNS DOS SITES ABAIXOS MUDE IMEDIATAMENTE!

Aos amigos do TecMundo – obrigada !! e fiquem atentos!

 

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Business

Visa investe para impulsionar a área de e-commerce

O e-Commerce é a “bola da vez” dos BigBusiness internacionais

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Cartões, instituições financeiras, grandes empresas – o que elas tem em comum? ultimamente tem investido suas cartas no e-commerce, agora é a vez do VISA,  em um primeiro momento a estratégia esta focada na Europa mas não vai demorar nem 1 trimestre para chegar até o Brasil!

A Visa anunciou esta semana um acordo para o investimento na Klarna, empresa europeia de pagamentos online que serve cerca de 60 milhões de consumidores e 70 mil retalhistas. No âmbito desta parceria, as empresas pretendem acelerar o comércio online e mobile e melhorar a experiência de compra.

Numa nota enviada às redações, a Visa revela que o seu plano de investimento “integra uma estratégia global para expandir o ecossistema da Visa e apoiar um vasto leque de novos parceiros que irão ajudar a redefinir e a melhorar a experiência de compra dos milhares de consumidores globalmente. A Klarna desenvolve produtos que abordam as mudanças das preferências dos consumidores, dando-lhes flexibilidade e a experiência perfeita que estes esperam ao realizar compras.”

“A Klarna tem vindo a demonstrar o seu expertise no âmbito das compras de crédito e online. Juntos, partilhamos a visão de como as experiências de comércio online e mobile de hoje podem ser tão simples quanto são no mundo real”, explica Jim McCarthy, Vice-Presidente Executivo de Inovação e Parcerias Estratégicas da Visa Inc. “A Visa está empenhada em criar uma parceria com a nova geração de parceiros e de prestadores de serviços de pagamento para promover um e-commerce seguro a mais consumidores na Europa. Queremos olhar para o futuro e trabalhar de perto com a Klarna, de modo a conseguirmos isto.”

“A parceria entre a Visa e a Klarna é um ajuste natural. Ambas entendemos o crédito ao consumidor e o valor da centralização do consumidor no desenvolvimento de soluções de pagamento inovadoras”, acrescenta Sebastian Seimiatowski, Diretor Executivo e Co-Fundador da Klarna.

A Forrester acredita que a Europa assistirá nos próximos dois anos a um crescimento das vendas online na ordem dos dois dígitos. Para além disso, espera-se que até 2021, o crescimento do número de dispositivos conectados e as melhorias nas funções de conectividade do mobile guiem as vendas online para atingirem cerca de 12% do total de vendas dos retalhistas da região.

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RIP Portal Terra

no ar de 1999 portal terra será ‘desligado” dia 30 de junho

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O dia é 30 de junho o horário 23h59 e será dado fim a uma história que vinha desde 1999 – Portal Terra finalizará suas operações e sairá do ar.

A decisão foi confirmada em comunicado oficial, disponibilizado na sala de imprensa da Terra Networks.

Os portais internacionais também serão desligados seguindo o horário do brasil 23h59 ( com seus respectivos horários locais).

No Brasil o SITE Terra ainda ficará mais algum tempo, mas não se sabe quanto, o TerraMail que faz parte do grupo também já avisou os usuários que vai encerrar os serviços e solicitando que cada um faça um backup do seu conteúdo até domingo.

Os portais da empresas operantes em sete países, como Estados Unidos e Espanha, já tiveram seus desligamentos programados para o dia 30 de junho (domingo), às 23h59 dos respectivos horários locais. No Brasil, o site Terra continuará funcionando por mais algum tempo, devido à existência de outras linhas de negócios em solo nacional ainda por expirar.

Os serviços de hospedagem, manutenção de sites para pequenas empresas e portais de infamação para celulares continuaram ativos.

Sinal dos tempos, um clima de nostalgia invadiu meu escritório , não temos nada no terra, mas parece que um pedacinho da historia da internet no Brasil esta morrendo.

e-Commecegirl esta triste hoje. 🙁

 

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