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Ecommerce Girl não gostou!

Você conhece uma rede social que só aceita “Gente Bonita”?

Nova rede social apenas de ‘gente bonita”

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ecommerce girl beautifulpeopleEssa é da série: (…) “coisas que eu vejo por ai” e foi enviada pelo meu amigo Alex Wilckens e eu fiquei beige!

Se trata do http://www.beautifulpeople.com/

Uma rede social que se diz  :“um lugar onde se encontra apenas gente bonita com o objetivo de criar relacionamentos profissionais (?!!*&@) e pessoais”.

Analisei e pensei no velho xavão – beleza é uma coisa que vem de dentro! e pode ser que eu me ache bonita e não sou para os padrões mundiais! Como seria essa avaliação?

Com o único objetivo acadêmico ( como já fiz em outras vezes  – VER ) me cadastrei  – afinal me acho linda! vamos ver como é feito esse tracking.

No cadastro não menti em nada, coloquei a real idade da e-commerce girl ( é claro que ninguém precisa saber…)
A foto é obrigatória.

o Cadastro é bem simples quase tosco  – apenas com 3 passos – Mas, algo me intrigava – como sabem que sou realmente bonita?

ecommerce girl_peopleE…nada..

Não sabem, é apenas uma tela para bate papo muito mal feita dizendo que lá só tem gente bonita… Sabem o que isso vai se transformar não é?

Tanto barulho pra nada…

é uma rede social de gente que se acha bonita, ou que quer ser … ou que tem certeza que é,  sugiro que se cadastrem e coloquem a foto do Macalé ( Nojento…! lembram desse banguelinha simpático?) isso sim é ser bonito!

Perda de tempo total !

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1 Comentário

1 Comentário

  1. Brian Kilborn

    julho 8, 2010 em 8:24 am

    Many thanks for sharing this wonderful post. Please hold up this weblog as ensure that it is an example of my preferred web site in my reader, with thanks

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E-commerce Girl NEWS

Facebook irá ultrapassar do Orkut no Brasil em Janeiro/12

Quem usa o Facebook já percebeu a orkutização chegando. Não esta agradando. A qualidade do conteudo esta pessima! O FB vive um dilema BR – Ser Grande? ou Ser Melhor? e acredite … no Brasil uma coisa exclui a outra. Conselho de eCommerce Girl: Pense em Google+

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Fonte: Ti Inside

O reinado do Orkut no Brasil pode estar com os dias contatos. Embora a rede de relacionamentos do Google ainda continue sendo a rede social preferida da maioria dos usuários, o Facebook, considerado o maior site de relacionamentos do mundo, já começa a ameaçar a rival. Pesquisa da Experian Hitwise, feita em novembro, revela que o Orkut registrou 35,44% de participação no número de visitas, enquanto o Facebook alcançou 29,68% de representatividade. O levantamento evidencia uma queda de 21,96 pontos percentuais do Orkut, em contrapartida aos 24,13 pontos percentuais de crescimento da rede social de Mark Zuckerberg. Em razão disso, a empresa projeta que o Facebook deve assumir a liderança no ranking nacional já no mês que vem.

O presidente da unidade de Marketing Services da Experian, Juliano Marcílio, explica que a inversão das posições não pode ser interpretada como a substituição do Orkut pelo Facebook. Ele oberva que está havendo uma mudança de comportamento do internauta face às diversas plataformas de interação social existentes atualmente. O estudo revela que mais de 26% dos usuários do Orkut saem do site diretamente para alguma outra rede social, um aumento de mais de 12 pontos em relação à medição feita em novembro do ano passado. Os usuários do Facebook seguem a mesma tendência – 25,5% deles saem do site para acessar outra rede social, elevação de 6 pontos na mesma base de comparação. “Isso no mostra que os internautas brasileiros estão acumulando redes sociais, ou seja, estão utilizando mais de uma plataforma”, conclui Marcílio.

Segundo a pesquisa, os usuários gastam aproximadamente o mesmo tempo nos dois sites de relacionamento. Enquanto o Facebook toma 20 horas e 59 minutos mensais, em média, o Orkut consome 19 horas e 58 minutos de cada usuário. Marcílio explica que este comportamento múltiplo pode ser a chave para o Google alavancar a sua outra rede social, o Google+, que hoje ocupa apenas a nona posição no ranking das visitas, com 0,79% de market share no Brasil. O site está atrás de comunidades como o Bate Papo UOL e Badoo, por exemplo.

“O Orkut faz um sucesso incomum no Brasil e o Google, ao escolher manter as duas redes sociais, deve se atentar à tendência de comportamento do usuário em cada uma delas”, explica. Marcílio sustenta que os conteúdos publicados por um mesmo usuário em cada plataforma e até mesmo a maneira de interagir com os contatos são diferentes, o que possibilita a coexistência de ambas as redes.

 

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E-commerce Girl NEWS

Protocolo 21. A Guerra fiscal no e-commerce.

Desde 1º de abril 2011, os estados do Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Rondônia e Sergipe e o Distrito Federal a vergonha Fiscal Brasileira é aplicada.O Protocolo ICMS 21/11, A “partilha” do ICMS nas vendas pela internet. E acredite, ele fere a constituição mas parece que ninguém vê….

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IMPOSTOS ECOMMERCE ecommerce girl

Apoio: Eduardo Arrieiro Elias advogado do escritório Andrade Silva Advogados

Segundo a referida norma, o aumento das vendas pela internet, telemarketing e showroom teria deslocado “as operações comerciais com consumidor final, não contribuintes de ICMS, para vertente diferente daquela que ocorria predominante quando da promulgação da Constituição Federal de 1988” e, assim, considerando que o ICMS é imposto sobre o consumo, necessária se faz a repartição tributária do imposto nestes casos entre as unidades federadas de origem e de destino, de modo a atender aos fundamentos da Constituição.

Conforme o protocolo, nas operações interestaduais entre as unidades federadas signatárias da norma, o estabelecimento remetente, na condição de substituto tributário, será responsável pela retenção e recolhimento do ICMS, em favor da unidade federada de destino, relativo à parcela a esta cabível.

Tal parcela será obtida pela aplicação da sua alíquota da unidade de destino, sobre o valor da respectiva operação, deduzindo-se o percentual de 7% sobre a base de cálculo utilizada para cobrança do imposto, para as mercadorias ou bens oriundos das Regiões Sul e Sudeste, exceto do estado do Espírito Santo e de 12% para as mercadorias ou bens procedentes das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e do Espírito Santo. O ICMS devido à unidade federada de origem da mercadoria ou bem, relativo à obrigação própria do remetente, é calculado com a utilização da alíquota interestadual.

Na prática: se um contribuinte estabelecido na Bahia vende, pela internet, uma mercadoria a um consumidor final não contribuinte do ICMS, estabelecido em Sergipe, à Bahia será devido o ICMS à alíquota de 12% (alíquota interestadual) sobre a operação e a Sergipe o ICMS de 5%, correspondente à alíquota interna deduzido o percentual de 12% (17% – 12%).

Assim, se o referido protocolo fosse aplicável apenas aos estados dele signatários, os problemas seriam bem menores, uma vez que a carga tributária global seria mantida. Entretanto, nos termos do acordo assinado, será exigível, a partir do momento do ingresso da mercadoria ou bem no território do Estado de destino, o pagamento do imposto relativo à parcela a este cabível, mesmo na hipótese de a operação ser procedente de unidade federada não signatária do Protocolo 21/11.

Neste caso, se, por exemplo, uma empresa estabelecida em Minas Gerais vende mercadoria pela internet a um consumidor não contribuinte do ICMS, estabelecido no Distrito Federal, este exigirá 10% de ICMS (17% – 7%) e Minas cobrará sua alíquota interna normalmente, que é de 18%. Com isso, a carga tributária global, neste caso, será de 28%.

Dessa maneira, na prática, o protocolo não só não soluciona o problema da guerra fiscal no e-commerce como a torna ainda mais acirrada, uma vez que a imensa maioria dos centros de distribuição de mercadorias vinculados aos estabelecimentos virtuais estão localizados nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, que não aderiram ao protocolo.

Com isso, na prática, em muitos casos haverá verdadeira bitributação do imposto estadual, uma vez que os estados distribuidores não abrirão mão das alíquotas internas e os estados consumidores exigirão suas parcelas da arrecadação, conforme o protocolo celebrado. Assim, o peso do ICMS será ainda maior, o que, em última análise, acarretará aumento de preços e, em contrapartida, redução do consumo, prejudicando não só os estados produtores como os próprios signatários do protocolo.

Como dito, os estados consumidores alegam que a legislação seria falha, pois a maior fatia do ICMS acaba ficando com os estados produtores, mais ricos e desenvolvidos, o que prejudica os estados menos abastados, razão pela qual seria necessária uma revisão dos critérios de distribuição das receitas do ICMS através do e-commerce.

O protocolo 21 fere a Constituição. Isso mesmo.. a lei maxima do Pais.., para ser feita da forma correta deveria tramitar através de Emenda Constitucional, uma vez que a Constituição de 1988 determina, expressamente, que nas operações e prestações que destinem bens a consumidores finais localizados em outro Estado, adotar-se-á a alíquota interna, quando o destinatário não for contribuinte do ICMS.

Além disso, a Constituição proíbe que os estados estabeleçam diferenças tributárias entre bens de qualquer natureza, em razão de sua procedência ou destino.

Tal debate já chegou ao Supremo Tribunal Federal que, recentemente, concedeu liminar na ADI 4.565 para suspender a eficácia da Lei 6.041/2010, do Piauí, que determinou a incidência do ICMS sobre as entradas de mercadorias ou bens de outras unidades da Federação, destinados a não contribuinte do ICMS.

O relator da ADI, ministro Joaquim Barbosa, entendeu que a argumentação de violação ao Pacto Federativo é o fundamento mais relevante, destacando que o e-commerce tem agravado as distorções dos princípios da neutralidade e do Pacto Federativo. Entretanto, segundo o ministro, a tributação nos moldes como pretende o Piauí depende de verdadeira reforma tributária.

Em suma, medidas como o Protocolo 21/11 somente trazem insegurança jurídica, que, por si só, é grande desestímulo a qualquer investimento privado, pois prejudica aqueles que não têm qualquer culpa pelas mazelas oriundas da guerra fiscal: os contribuintes.

Ou se muda a Constituição, fazendo-se a necessária reforma tributária, ou então que o Judiciário decida a quem assiste razão, mas, enquanto isso, com seus efeitos nefastos, a guerra fiscal continuará a prejudicar o desenvolvimento nacional, o que é, acima de tudo, lamentável.

 

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E-commerce Girl NEWS

Que feio…Brasil é o 3o. maior emissor de SPAMs do Mundo!

Ranking indigesto para o Brasil.

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Fonte Tinside

O Brasil é o terceiro maior emissor de mensagens eletrônicas não solicitadas (spams) do mundo. Segundo a fabricante japonesa de software de segurança na internet Tend Micro, endereços brasileiros de correio eletrônico enviam 6,8% desse tipo de e-mails. O Brasil fica atrás somente dos Estados Unidos, que envia 10,3% dos spams, e da Rússia, com 8,9%. O levantamento foi realizado em 14 de janeiro. 

O relatório aponta que neste dia foram identificados 102 milhões de mensagens indesejadas circulando no mundo, sendo que somente a região da América Latina respondeu por 20% do total. Em todo o ano passado, somente no Brasil foram contabilizados 300 milhões de spams. 

O estudo revela ainda que o roubo de informações bancárias é o principal objetivo do spam no Brasil, respondendo por 80% dos ataques que ocorrem no país. Este número é bem inferior em outros países da América Latina, onde o índice é de 40%. 

O envio de spams é um dos tipos de contravenção cometida na internet. As mensagens não solicitadas muitas vezes contêm programas, que permitem que criminosos acessem dados pessoais de usuários da internet e os utilizem para cometer fraudes.

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