Fale Conosco

Uncategorized

A internet vendendo cultura! Viva o e-book!

Publicado

Em

Reproduzindo excelente matéria de Antonio Gonçalves Filho para a Folha On-line

Editoras se rendem ao livro digital em 2010

livro_de camelo a joalheiro_solange oliveiraO meu digital book esta a venda da editora Gudrum ( Click e confira )

Zahar é a pioneira e lança 300 títulos na rede até março, seguida por outras casas

Primeira editora brasileira a ter parte de sua produção disponível em versão digital, a Zahar coloca na rede – até março do próximo ano – 300 títulos, ou seja, um terço dos livros que mantém em catálogo. Esse voto de confiança no chamado e-book, ou livro eletrônico, não se deve apenas à facilidade de divulgar e vender títulos menos conhecidos pela internet, mas à possibilidade de conquistar leitores ainda resistentes a best-sellers em sua forma física, como O Andar do Bêbado, do físico norte-americano Leonard Mlodinow. Um dos sobreviventes do ataque terrorista ao World Trade Center, Mlodinow, colunista do jornal The New York Times e roteirista da série Star Trek, é autor da façanha de vender só no Brasil 40 mil exemplares de um livro sobre o acaso, desde que foi lançado, em agosto. Na versão digital, ele vai custar 30% mais barato. Seu preço cai de R$ 39 para R$ 28.

Não é por acaso que a Zahar lança no mercado digital títulos já consagrados pelos leitores em sua forma física, como Freud e o Inconsciente, de Luiz Alfredo Garcia-Roza, um estudo da teoria psicanalítica que já chegou à 24ª edição. Inicialmente, outros títulos de igual apelo, como o recém-lançado Shakespeare e a Economia, de Gustavo Franco e Henry W. Farnam, engrossam a lista dos 300 livros eletrônicos da Zahar. Franco já é veterano no novíssimo comércio de livros eletrônicos – ele tem disponíveis na rede dois títulos do mesmo gênero, A Economia em Machado de Assis e A Economia em Pessoa, este último se referindo ao poeta português Fernando Pessoa (1888-1935).

Os livros de Franco, claro, despertam particular interesse em estudantes universitários, o que significa um risco maior de serem alvos de pirataria. Por ter seu catálogo voltado especialmente à formação educacional, a Zahar é uma das editoras que mais sofrem com a venda ilegal de livros, “mutilados nas copiadoras das universidades”, como revela a diretora executiva Mariana Zahar. A redução dos custos da versão digital, cerca de 30% mais barata que o livro físico, é o principal argumento que a Zahar usa para defender o comércio eletrônico. “Ela se dá naturalmente pela eliminação de uma etapa, a impressão do papel”, completa a diretora.

Desde sexta-feira, os livros eletrônicos da Zahar estão sendo vendidos pela primeira livraria virtual (eBookstore) nacional, a Gato Sabido. Por enquanto, ela só vende o livro integral, mas brevemente será oferecida ao leitor a opção de compra por capítulo. Isso deverá inibir a reprodução de cópias sem controle, espera Maria Zahar. Recorrendo ao e-commerce, que atualmente fatura R$ 10,5 bilhões por ano em todos os ramos do varejo, as editoras terão seus e-books protegidos por DRM (Digital Rights Management), sistema de gerenciamento de direitos digitais que atende aos protocolos de segurança da internet.

A Companhia das Letras, hoje um dos maiores grupos editorais do País, ainda não aderiu ao e-book, mas é só uma questão de tempo, segundo o jornalista Matinas Suzuki Jr., responsável pelo projeto de implantação do comércio virtual do catálogo da editora. Segundo Suzuki Jr., o principal entrave ainda é a diferença da prática comercial eletrônica nos EUA e Brasil, mais flexível lá do que aqui, onde não é permitido a uma loja virtual o armazenamento de dados pessoais do comprador. “Nos EUA, a loja virtual pode reter o número do cartão de crédito, bastando um clique do cliente para novas compras.”

Outro problema diz respeito às novas tecnologias desenvolvidas por empresas além do Kindle, o aparelho criado há dois anos pela Amazon para ler livros, jornais, além de transformar textos escritos em textos falados (Text-to-Speech). Novos aparelhos como o Sony Reader (capaz de armazenar mais de 7 mil páginas de livros) concorrem com o da Amazon e as editoras estão cautelosas à espera dos livros digitais flexíveis, telas dobráveis e de pequeno porte, ideais para o transporte, que oferecem melhor resolução.

“Ainda estamos verificando exatamente essa questão da qualidade de resolução de imagem, que é baixa”, diz o coordenador da área digital da Companhia das Letras, que ajudou a desenvolver no Brasil um padrão gráfico de qualidade, contratando os melhores designers desde sua fundação, em 1986. Hoje, a editora lança 230 livros por ano e tem mais de 3 mil títulos publicados. “Esse catálogo está sendo analisado, assim como os contratos com os autores, que terão de ser renegociados para o meio digital”.

As novidades que devem favorecer o mercado digital de livros, como as telas dobráveis, não vão decidir o destino do livro físico, acredita o jornalista. “Ele é uma invenção de 500 anos que nasce como uma coisa sagrada e agrega um valor espiritual, uma aura que deve ser preservada”, justifica Suzuki Jr. , imaginando o livro do futuro como um objeto cada vez mais sofisticado. O comércio de livros digitais, no entanto, pode ajudar justamente os livros que vendem pouco, dirigidos a um segmento específico, argumenta Mariana Zahar, lembrando que esses são os primeiros a sair dos catálogos das editoras.

Continue lendo
2 Comentários

2 Comments

  1. Roberto Kimak

    abril 5, 2010 em 5:37 pm

    Faço pesquisas constantemente, e não acesso todos os sites. O seu site porém, é um ponto de acesso inevitável realmente. É admirável!

  2. Shamika Sohr

    maio 11, 2010 em 4:35 am

    This is a good and organization site. I like this in internet and here it exist. Ok and good.

Deixe um recado

O seu endereço de e-mail não será publicado.

De Dentro do e-commerce World!

Brasil é alvo diz ALIBABA

O Brasil na rota do e-Commerce Mundial

Publicado

Em

by MARCELO NINIO  DE PEQUIM para a Folha

“Somos uma força revolucionária”, diz Zeng Ming, estrategista-chefe do grupo Alibaba, a maior empresa de comércio eletrônico da China –e, em breve, a número um do mundo, preveem analistas.

A imodéstia de Zeng é explicada pelos números estratosféricos. Eles fizeram do Alibaba um fenômeno em constante crescimento desde sua criação, em 1999, época em que poucos na China sabiam o que era internet.

Jack Ma, fundadordo sitede e-commerce chinês Alibaba_ ecommercegirl.com

Jack Ma, fundadordo sitede e-commerce chinês Alibaba

 

Embora o sucesso não tenha se repetido no Brasil, onde o Alibaba desembarcou em 2010, Zeng afirma que o país tem potencial para ser um dos maiores mercados de e-commerce do mundo, e por isso é um dos alvos estratégicos da empresa.

“Pode demorar, mas os exemplos vão convencer os empresários brasileiros.”

“No início, ninguém acreditava na gente. Só quando os primeiros clientes começaram a receber grandes encomendas do exterior é que as pessoas começaram a aderir. Hoje, temos usuários em 200 países.”

O Alibaba não é um site para consumidores, mas uma espécie de comunidade de negócios que facilita a conexão entre empresários.

No jargão do setor, um modelo conhecido como B2B (business to business).

Segundo a revista “Economist”, que colocou a empresa na capa de sua edição mais recente, o grupo Alibaba movimentou US$ 170 bilhões em vendas no ano passado, superando as gigantes americanas eBay e Amazon somadas.

“Sem a estrutura e a tradição do varejo americano, mas com a tecnologia em rápida expansão, pudemos inovar e mudamos fundamentalmente a paisagem de negócios da China”, disse Zeng à Folha.

A inovação foi criar uma ferramenta que permitisse conectar pequenas manufaturas da China ao mercado local e internacional.

COGUMELOS

A mudança, afirma Zeng, não se limitou aos centros urbanos nem à indústria.

“Com a ajuda do Alibaba, pequenos fazendeiros passaram a vender mel, cogumelos ou tomates a fornecedores que estariam inacessíveis sem a tecnologia”, diz.

“O consumidor também ganhou. Com o aumento da oferta, os preços baixaram.”

Empurrado pelo interesse mundial pelo mercado asiático, o negócio criado pelo professor de inglês Jack Ma explodiu, indo além do B2B para gerar duas outras empresas de e-commerce.

Há duas semanas, Ma, 48, anunciou que deixará o cargo de presidente-executivo, em meio a especulações de que o grupo abrirá capital.

Analistas consultados pela “Economist” estimam que, com a oferta pública inicial de ações, o valor da empresa ficará entre US$ 55 bilhões e US$ 120 bilhões. Para efeito de comparação, o Facebook é avaliado em US$ 60 bilhões.

360graus_fotos_ecommerce_ecommercegirl.com

 

Continue lendo

E-commerce Girl NEWS

O Governo Diz NÃO para o e-Commerce

Decepção: Na contra mão do Mundo, Governo Brasileiro diz – e-Comercio Eletrônico não interessa ao Brasil

Publicado

Em

by Folha de São Paulo

Negócios

 relacionados a comércio eletrônico não terão prioridade no programa Start-Up Brasil, do governo federal, que prevê investimento de R$ 200 mil e apoio de gestão a empresas iniciantes.

É o que diz o secretário de política de informática do Ministério da Ciência e Tecnologia, Virgílio Almeida. Segundo ele : “Propostas como essa correm sério risco de ficarem sem aceleradoras e não serem aceitas. O que queremos estimular são softwares e serviços de TI para indústrias importantes, como a de educação, saúde e defesa”, diz.e, negócios apenas baseados na internet, como os de comércio eletrônico, não interessam devido à saturação e por não serem “estratégicos para o país”.

Na última quinta-feira, o governo lançou a segunda fase do programa, que vai apoiar até cem start-ups (empresas iniciantes de base tecnológica). As inscrições começam no próximo dia 31.

Serão quatro os critérios de escolha. O mais forte, com peso 4, será o modelo de negócios, no qual os interessados deverão mostrar qual o mercado a ser atingido, os possíveis concorrentes e o potencial de crescimento.

Depois será avaliada se a solução tem tecnologias inovadoras, com peso 3.

A qualidade da equipe terá peso 2 na avaliação e serão analisados o currículo dos participantes e a capacidade de executar o que propõem.

Por último, com peso 1, as start-ups deverão ter projetos alinhados com o Plano TI Maior. Os temas prioritários dessa iniciativa são educação, defesa, saúde, petróleo e gás, energia, sistemas aeroespaciais, grandes eventos esportivos, agricultura, ambiente, finanças, telecomunicações, mineração e tecnologias estratégicas.

Uma comissão com representantes do empresariado, do governo e da academia vai fazer a escolha. Além da verba de R$ 200 mil, as start-ups receberão um montante variável de investimento privado das nove aceleradoras que foram escolhidas para participar da iniciativa.

O programa também terá uma representação no Vale do Silício para divulgar as empresas participantes.na contra mão do e-Commerce eCommerce Girl

(por REINALDO CHAVES especial para a Folha )

 

 

 

Vagas para e-Commerce e Midia Digital

 

Continue lendo

Dicas E-commerce Girl

10 e-Commerces mais acessados do Brasil

O Ranking dos 10 comércio eletrônicos ( incluindo Compras Coletivas ) mais acessados no Brasil

Publicado

Em

ranking eCommerce Brasil eCommerce Girl

By Hitwise

No ranking de audiência a sites de comércio eletrônico divulgado pela Hitwise, unidade de pesquisa da Serasa Experian, o Mercado Livre se manteve como o serviço que mais teve visitas no país. Foram 10,11% de participação de mercado em fevereiro, mesma índice registrado no ano passado, seguido pela  Americanas, com 4,80% de market share em visitas (veja abaixo a lista completa). Na sequência aparece o Buscapé, com 3,47%, que saltou da sétima para a terceira colocação. O site tomou o lugar do Groupon, que ocupava a terceira posição em fevereiro de 2012, com 2,98%, mas caiu para o décimo posto neste ano, com apenas 1,86% de partcipação de mercado.

Outra mudança foi da Netshoes. A loja virtual de artigos esportivos caiu do quinto lugar, com 2,54% da audiência na categoria, para a sétima posição, mesmo ganhando alguns décimos de participação de mercado e somando 2,74% de share. O Magazine Luiza, que antes figurava na oitava posição, sequer apareceu entre top 10 deste ano.

Fontes de tráfego

As categorias de site que mais geraram tráfego para essas páginas foram “ferramentas de busca”, com 27,29% do volume de acessos, redes sociais e fóruns (17,52%), sites de e-mail (6,15%), lojas de departamento (5,50%) e recompensas e diretórios (3,67%).

Distribuição regional

A região Sudeste concentrou as visitas ao comércio eletrônico, com 61,42% da participação no período de 12 semanas, encerrado dia 2 de março. O Sul do país aparece na segunda posição, com 15,17%, enquanto o Nordeste, Centro-Oeste e o Norte ficaram com 12,14%, 7,74%, e 3,53%, respectivamente.

1. Mercado Livre (10,11%)

2. Americanas (4,80%)

3. Buscapé (3,47%)

4. Dafiti (3,35%),

5. Bom Negócio (3,05%)

6. OLX (2,78%)

7. Netshoes (2,74%)

8. Shopping UOL (2,52%)

9. Casas Bahia (1,87%)

10. Groupon Brasil (1,86%)

Vagas para e-Commerce e Midia Digital

Continue lendo

Facebook

Propaganda

Title

Trending