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Com qual plataforma eu vou? Post #2 Plataformas Open Source, ( não significa de Graça!)

Multi Nacional Utilizando e-commerce Open source? Sim!!! e são ótimos!

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Confesso que eu só tinha conhecimento de 9 plataformas de e-Commerce Open Source ( descentes )e descobri através do excelente Blog do  Wanderson ( visite ) que hoje temos 15 excelentes opções de Open Source.

A grande dica é… Não existe plataforma perfeita! elas foram criadas especificamente para alguns tipos de negócios. É preciso ter como premissa que investir em um profissional para profissionalização da sua plataforma open source é fundamental.

Cada um tem seu próprio conjunto de prós e contras, e foram criados para diferentes tipos de público. O Cadastro de produtos e a personalização de sua loja pode ser muito demorado, por isso certifique-se de ter estudado várias plataformas, antes de tomar uma decisão final para integrar um em seu site.

E qual é a grande desvantagem quanto as plataformas Pagas e plataformas Open Source? O Lojista tem que cuidar dos aspectos tecnicos da loja virtual, então se você não tem  habilidades tecnicas , contrate um profissional e pronto! problema resolvido!

1. Magento

A nossa preferida aqui na eVision, é a melhor! mais robusta e é só você olhar para a lisa de clientes Magento para perceber o que é um ótimo open-source. Samsung, The North Face, Stussy e Nespresso todos usam em suas lojas online.É utilizado por 30 mil comerciantes e é a plataforma ecommerce que mais cresce no mundo. Você tem que pagar pela versão Enterprise, que é cheio de recursos extremamente úteis, tem também a versão Community, destinado somente para os desenvolvedores, é livre para fazer o download e usar.

Free para Download – leia-se: é preciso de um profissional especializado para implementar, hostear e customizar a loja! e isso lógico custa dinheiro! uma loja virtual Magento na eVision ( com  pagamento digital, pagseguro, moip, sedex, PAC correios e Chat ) fica pronta por R$ 3.600 e você cadastra os produtos!!!  quer suporte mensal? nos consulte!

2. osCommerce

osCommerce é absolutamente livre sob a GNU General Public License e atende muito bem às necessidades da maioria das pessoas. Não é surpresa, considerando-se como é fácil de configurar e executar, ele é extremamente popular, utilizado por mais de 228.700 lojas online. Tal popularidade vem com uma desvantagem significativa no entanto, torna mais difícil para você diferenciar sua loja de milhares de outras pessoas lá fora. Se você quiser se destacar na multidão, você vai precisar usar alguns dos 5.800 add-ons disponíveis, alguns dos quais terá que pagar.

eVision tem um projeto internacional com OSCommerce veja

3. OpenCart

É super escalável. Você pode criar um número ilimitado de categorias, vender um número ilimitado de produtos, aceitar várias moedas, usar vários idiomas, e escolher entre mais de 20 métodos de pagamento e oito de transporte. É fácil de usar e modificar. Não é tão popular como osCommerce, mas tem uma aparência melhor.

4. Spree E-Commerce

Spree é uma plataforma de comércio eletrônico de código aberto para o Ruby on Rails.Características úteis incluem suporte para mais de 50 tipos de pagamento,  e vários outros benefícios que pode salvar os comerciantes de muito tempo e esforço. Ele também vem com o Google Analytics embutido

5. PrestaShop

PrestaShop é uma outra solução robusta e de qualidade profissional que você pode baixar, instalar e utilizar gratuitamente. No back-end da aplicação, você vai usar vários recursos para gerir o seu negócio on-line (incluindo estoque, pedidos, transporte, e clientes) em tempo real. Pagamentos do seu cliente são enviadas diretamente para sua conta bancária utilizando as mais recentes tecnologia de segurança.

6. VirtueMart

VirtueMart, que foi projetado para trabalhar com Joomla. Não só permitem aos clientes comprar coisas, permite-lhes criar uma conta, adicionar endereços e acessar o seu histórico de pedidos.2.500.000 pessoas baixaram VirtueMart e a grande maioria está satisfeita com os resultados. Eu adoro , mas é preciso ter um ótimo ingles!

7. Ubercart

Ubercart é projetado especificamente para pessoas que vendem coisas como downloads de arquivos, em vez de produtos físicos. Como VirtueMart, que deve ser integrado com o Joomla!, Ubercart devem ser integrada com Drupal. Então , essa tem que ser customizada por profissionais Drupal e os mesmos vão se sentir confortáveis a escolher os módulos  e temas para personalizar a sua loja, mas se você não for um usuário do Drupal, sugiro escolher uma plataforma que é um pouco mais simples. Não é muito simples de implementar.

8. Zeuscart

A melhor coisa sobre Zeuscart é a sua interface com o usuário, que é rica, atraente, fácil de usar e, geralmente, menos chata do que a maioria. Projetado para pequenas e médias empresas, os usuários podem fazer mais uso de URLs amigáveis, cartões-presentes, descontos, e-mail modelos etc.

9. Afcommerce

Se você quer manter sua plataforma de comércio eletrônico muito, muito simples, então Afcommerce pode ser uma opção para você. Não é bonita, nem no cliente nem do lado administrativo, mas para iniciantes pode ser atraente.

10. Zen Cart

Fácil de instalar, fácil de personalizar e fácil de gerenciar, Zen Cart é perfeito para aqueles que querem uma plataforma de comércio eletrônico direta, sem o espalhafato. Ele vem com um gerenciador de newsletter, cupons de desconto, certificados de presente e todas as características básicas que você esperaria de um bom E-Commerce. Os usuários podem tirar o máximo partido dos inúmeros add-ons disponíveis para personalizar sua loja e tornar a sua experiência de administração um pouco mais fácil. Muitos add-ons deixa o adm um pouco confuso, o que é uma desvantagem da plataforma.

11. SimpleCart js

SimpleCart (JS) 2.0  só aceitava pagamentos com Paypal, agora isso mudou. Ele agora trabalha também com o Google Checkout . Você pode reorganizar os itens, mudar as tags HTML, fazer o que quiser para mostrar o seu carrinho de compra como quiser. Nenhum banco de dados, nenhuma programação, sem dores de cabeça. Um carrinho de compras todo em javascript em menos de 20kb que você pode configurar em poucos minutos. É leve, rápido, simples de usar e totalmente personalizável. Tudo que você precisa saber é HTML básico. Então, para implementar  contrate um profissional HTML.

12. TomatoCart

TomatoCart é a nova geração de soluções open source para e-commerce. É derivada  do osCommerce 3 como um projeto separado. Como as aplicações web se tornam cada vez mais sofisticados o TomatoCart oferece melhorias significativas de usabilidade e torna a interação com as interfaces web mais rápida e eficiente com (Ajax e Rich Internet Applications).

13. CubeCart

CubeCart é grande. Ele se integra muito bem em todos os tipos de sites e parece muito profissional a partir do ponto de vista dos clientes. CubeCart 3 é free e CubeCart 4 custa £ 110. Há uma série de diferenças significativas entre os dois: CubeCart 3 tem 3 skins, CubeCart 4 tem 5; CubeCart 3 tem quatro etapas para fazer pagamento, CubeCart 4 tem 2, o registro do cliente é obrigatório para CubeCart 3, mas é opcional no CubeCart 4 etc etc etc . Eu recomendo investir em CubeCart 4 se você estiver disposto a utilizar a plataforma por um longo tempo, mas sugiro que você comece com o 3. Eu particularmente nao gosto muito, demora pra implementar e é dificil de administrar.

14. RokQuickCart

RokQuickCart para Joomla! É simples mas que carece de alguns recursos que você encontrará em outras plataformas, como por exemplo, só aceita pagamentos através do PayPal e Google Checkout .Dito isto, é geralmente boa aparência e exibição de imagem do produto é impressionante.

15. StoreSprite

Apesar de ser completamente livre, StoreSprite oferece muitos recursos que você esperaria encontrar apenas em plataformas pagas. Estes incluem pontos de fidelidade, avaliações e opiniões dos clientes, notificações de status, controle de pedidos e ofertas especiais, etc. A principal desvantagem da plataforma é que sua loja ficará com aviso visível StoreSprit de direitos autorais, a menos que você pague para remove-lo.

Espero que os toques dados aqui sejam uteis para você poder escolher sua nova plataforma, e se precisar de ajuda conte com a eVision e-Commerce Consulting!

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6 Comentários

6 Comments

  1. Daniel Colucci

    março 3, 2011 em 3:14 pm

    Solange, boa tarde.

    Excelentes dicas!
    Agora uma dúvida. É possível com a plataforma Magento desenvolver um e-commerce nos moldes do site Camiseteria? Ou seja, possibilitar que os próprios clientes façam upload de “produtos”, votem no que mais agradar e depois comprem no site?

    Por quanto sairia um projeto desse tipo com vocês?

    Obrigado,
    Daniel Colucci

  2. Daniel Colucci

    março 11, 2011 em 10:33 am

    Solange, bom dia.

    Ainda não recebi resposta.
    Tenho certa urgência na definição da plataforma e gostaria de avaliar sua proposta. Se preferir, envie-me por e-mail.

    No aguardo.

    Daniel Colucci

  3. E-commerce Girl

    março 11, 2011 em 12:03 pm

    oi Daniel,
    Desculpe a demora em responder.
    vou enviar por email.. pq o seu questionamento é um pouco mais complexo.
    Mas a resposta é SIM!!! É POSSIVEL!

    aBRAÇO

  4. TomatoCart Brasil

    setembro 27, 2011 em 3:37 pm

    Olá! Foi lançada esta semana a TomatoCart totalmente em português Brasil com novos recursos.

    Não só os arquivos foram traduzidos como também imagens, javascripts e banco de dados. A loja já vem com novos módulos dos Correios do Brasil e com novas funções e boxes e até com integração para vender dentro do Facebook

    Confiram no site https://www.tomatocart.com.br
    Link para baixar diretamente: https://www.tomatocart.com.br/download/12

  5. Leticia Moraes

    abril 13, 2013 em 3:48 pm

    Solange, o que você acha de um e-commerce em wordpress?

    Vi que eles jatem um plugin para o PagSeguro. Me parece uma saída econômica, fácil e be usável (considerando a personalização e facilidade).

    Eu não entendo nada do assunto, por isso gostaria de sugestões dos caros colegas.

  6. E-commerce Girl

    abril 15, 2013 em 10:02 am

    Eu acho que para começar é valido. Peço apenas que avalie que o controle de estoque é precário … Tudo terá que ser feito por email, e o templos nao é gratis….

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De Dentro do e-commerce World!

Brasil é alvo diz ALIBABA

O Brasil na rota do e-Commerce Mundial

Publicado

Em

by MARCELO NINIO  DE PEQUIM para a Folha

“Somos uma força revolucionária”, diz Zeng Ming, estrategista-chefe do grupo Alibaba, a maior empresa de comércio eletrônico da China –e, em breve, a número um do mundo, preveem analistas.

A imodéstia de Zeng é explicada pelos números estratosféricos. Eles fizeram do Alibaba um fenômeno em constante crescimento desde sua criação, em 1999, época em que poucos na China sabiam o que era internet.

Jack Ma, fundadordo sitede e-commerce chinês Alibaba_ ecommercegirl.com

Jack Ma, fundadordo sitede e-commerce chinês Alibaba

 

Embora o sucesso não tenha se repetido no Brasil, onde o Alibaba desembarcou em 2010, Zeng afirma que o país tem potencial para ser um dos maiores mercados de e-commerce do mundo, e por isso é um dos alvos estratégicos da empresa.

“Pode demorar, mas os exemplos vão convencer os empresários brasileiros.”

“No início, ninguém acreditava na gente. Só quando os primeiros clientes começaram a receber grandes encomendas do exterior é que as pessoas começaram a aderir. Hoje, temos usuários em 200 países.”

O Alibaba não é um site para consumidores, mas uma espécie de comunidade de negócios que facilita a conexão entre empresários.

No jargão do setor, um modelo conhecido como B2B (business to business).

Segundo a revista “Economist”, que colocou a empresa na capa de sua edição mais recente, o grupo Alibaba movimentou US$ 170 bilhões em vendas no ano passado, superando as gigantes americanas eBay e Amazon somadas.

“Sem a estrutura e a tradição do varejo americano, mas com a tecnologia em rápida expansão, pudemos inovar e mudamos fundamentalmente a paisagem de negócios da China”, disse Zeng à Folha.

A inovação foi criar uma ferramenta que permitisse conectar pequenas manufaturas da China ao mercado local e internacional.

COGUMELOS

A mudança, afirma Zeng, não se limitou aos centros urbanos nem à indústria.

“Com a ajuda do Alibaba, pequenos fazendeiros passaram a vender mel, cogumelos ou tomates a fornecedores que estariam inacessíveis sem a tecnologia”, diz.

“O consumidor também ganhou. Com o aumento da oferta, os preços baixaram.”

Empurrado pelo interesse mundial pelo mercado asiático, o negócio criado pelo professor de inglês Jack Ma explodiu, indo além do B2B para gerar duas outras empresas de e-commerce.

Há duas semanas, Ma, 48, anunciou que deixará o cargo de presidente-executivo, em meio a especulações de que o grupo abrirá capital.

Analistas consultados pela “Economist” estimam que, com a oferta pública inicial de ações, o valor da empresa ficará entre US$ 55 bilhões e US$ 120 bilhões. Para efeito de comparação, o Facebook é avaliado em US$ 60 bilhões.

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E-commerce Girl NEWS

O Governo Diz NÃO para o e-Commerce

Decepção: Na contra mão do Mundo, Governo Brasileiro diz – e-Comercio Eletrônico não interessa ao Brasil

Publicado

Em

by Folha de São Paulo

Negócios

 relacionados a comércio eletrônico não terão prioridade no programa Start-Up Brasil, do governo federal, que prevê investimento de R$ 200 mil e apoio de gestão a empresas iniciantes.

É o que diz o secretário de política de informática do Ministério da Ciência e Tecnologia, Virgílio Almeida. Segundo ele : “Propostas como essa correm sério risco de ficarem sem aceleradoras e não serem aceitas. O que queremos estimular são softwares e serviços de TI para indústrias importantes, como a de educação, saúde e defesa”, diz.e, negócios apenas baseados na internet, como os de comércio eletrônico, não interessam devido à saturação e por não serem “estratégicos para o país”.

Na última quinta-feira, o governo lançou a segunda fase do programa, que vai apoiar até cem start-ups (empresas iniciantes de base tecnológica). As inscrições começam no próximo dia 31.

Serão quatro os critérios de escolha. O mais forte, com peso 4, será o modelo de negócios, no qual os interessados deverão mostrar qual o mercado a ser atingido, os possíveis concorrentes e o potencial de crescimento.

Depois será avaliada se a solução tem tecnologias inovadoras, com peso 3.

A qualidade da equipe terá peso 2 na avaliação e serão analisados o currículo dos participantes e a capacidade de executar o que propõem.

Por último, com peso 1, as start-ups deverão ter projetos alinhados com o Plano TI Maior. Os temas prioritários dessa iniciativa são educação, defesa, saúde, petróleo e gás, energia, sistemas aeroespaciais, grandes eventos esportivos, agricultura, ambiente, finanças, telecomunicações, mineração e tecnologias estratégicas.

Uma comissão com representantes do empresariado, do governo e da academia vai fazer a escolha. Além da verba de R$ 200 mil, as start-ups receberão um montante variável de investimento privado das nove aceleradoras que foram escolhidas para participar da iniciativa.

O programa também terá uma representação no Vale do Silício para divulgar as empresas participantes.na contra mão do e-Commerce eCommerce Girl

(por REINALDO CHAVES especial para a Folha )

 

 

 

Vagas para e-Commerce e Midia Digital

 

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Dicas E-commerce Girl

10 e-Commerces mais acessados do Brasil

O Ranking dos 10 comércio eletrônicos ( incluindo Compras Coletivas ) mais acessados no Brasil

Publicado

Em

ranking eCommerce Brasil eCommerce Girl

By Hitwise

No ranking de audiência a sites de comércio eletrônico divulgado pela Hitwise, unidade de pesquisa da Serasa Experian, o Mercado Livre se manteve como o serviço que mais teve visitas no país. Foram 10,11% de participação de mercado em fevereiro, mesma índice registrado no ano passado, seguido pela  Americanas, com 4,80% de market share em visitas (veja abaixo a lista completa). Na sequência aparece o Buscapé, com 3,47%, que saltou da sétima para a terceira colocação. O site tomou o lugar do Groupon, que ocupava a terceira posição em fevereiro de 2012, com 2,98%, mas caiu para o décimo posto neste ano, com apenas 1,86% de partcipação de mercado.

Outra mudança foi da Netshoes. A loja virtual de artigos esportivos caiu do quinto lugar, com 2,54% da audiência na categoria, para a sétima posição, mesmo ganhando alguns décimos de participação de mercado e somando 2,74% de share. O Magazine Luiza, que antes figurava na oitava posição, sequer apareceu entre top 10 deste ano.

Fontes de tráfego

As categorias de site que mais geraram tráfego para essas páginas foram “ferramentas de busca”, com 27,29% do volume de acessos, redes sociais e fóruns (17,52%), sites de e-mail (6,15%), lojas de departamento (5,50%) e recompensas e diretórios (3,67%).

Distribuição regional

A região Sudeste concentrou as visitas ao comércio eletrônico, com 61,42% da participação no período de 12 semanas, encerrado dia 2 de março. O Sul do país aparece na segunda posição, com 15,17%, enquanto o Nordeste, Centro-Oeste e o Norte ficaram com 12,14%, 7,74%, e 3,53%, respectivamente.

1. Mercado Livre (10,11%)

2. Americanas (4,80%)

3. Buscapé (3,47%)

4. Dafiti (3,35%),

5. Bom Negócio (3,05%)

6. OLX (2,78%)

7. Netshoes (2,74%)

8. Shopping UOL (2,52%)

9. Casas Bahia (1,87%)

10. Groupon Brasil (1,86%)

Vagas para e-Commerce e Midia Digital

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