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"De camelô a Joalheiro todos podem e devem vender on-line"

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Aprenda a montar e gerir lojas virtuais para pequenos varejos e grandes  e-commerces com mais de 10.000 produtos!

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LANÇAMENTO OFICIAL DO LIVRO EM   26/08/2009

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10 Comentários

10 Comments

  1. Felipe Martins

    agosto 19, 2009 em 2:59 am

    Parabéns pela iniciativa!

    Estarei no aguardo do lançamento e informações sobre a compra do mesmo.

    Abraços,

    Felipe Martins
    Diretor de projetos
    Dotstore – Sua loja na Internet

  2. dealalves

    agosto 19, 2009 em 12:42 pm

    Parabenizo a iniciativa e gostaria de ter mais informações de quando, onde e a que preço o livro estará sendo vendido…

  3. Claudio Roberto

    agosto 20, 2009 em 4:03 am

    Oi Solange, parabéns!

    Sou consultor em Marketing Digital e estou em busca de novos conhecimentos para atender meus clientes cada vez melhor.

    Espero com ansiedade este lançamento, por favor me avise quando o livro estiver disponível e onde posso comprar.

    Sucesso a todos.

  4. marcio waldman

    agosto 20, 2009 em 5:40 am

    parabens pelo livro solange, irei comprar (on line é claro!) com certeza.

    Tb tenho 10 anos de e-commerce, comecamos em setembro de 1999 e somos apaixonados e viciados nesse segmento.

    Agora estamos focados num novo layout e navagação do nosso site ressaltando os 10 anos de vendas online

  5. solange0307

    agosto 20, 2009 em 10:46 am

    A todos obrigada!

    O livro tem lançamento marcado para 24/08.
    Provavelmente a venda abra ao publico na mesma semana.

    Pra mim é uma realização.
    Espero realmente que faça diferença na vida das pessoas.
    Abs

  6. Robinson Borba

    agosto 20, 2009 em 2:12 pm

    Parabéns!

  7. Carlos Júnior

    agosto 20, 2009 em 10:24 pm

    Olá Solange, gostei muito de suas idéias e com certeza aguardarei o livro, gostaria de trocar algumas idéias com você, se possível entre em contato comigo por email para conversarmos, pode ser interessante para você.

    Grande abraço e sucesso !!
    Aguardo seu contato..

    Carlos Jr

  8. solange0307

    agosto 20, 2009 em 11:02 pm

    Olá Carlos,
    obrigada – estou realizada com o livro!
    Lançamento dia 24/08 aguarde!!!

    Meu email solange.oliveira3040@gmail.com
    Sinta-se a vontade

  9. Carlos Alberto Vianna Fernandes

    agosto 25, 2009 em 12:19 am

    Fico cada vez mais facinado com o maravilhoso mundo do e-commerce, faço parte de uma cooperativa chamada Ecoopertec e através dela adquiri minha loja virtual e a partir de então descidi fechar as portas de minha loja física pois enfrentava muitos problemas e um deles era o famoso “CALOTE” pois sempre chegava um amigo(a) e perguntava: Posso acertar no pagamento? Eu e minha mulher caíamos sempre, contudo, após aprender a engatinhar neste mundo tão novo para mim além de me livrar dos calotes comecei a ver os resultados que não tinha com minha loja física e passei a romper fronteiras.
    Ainda não estou nem perto da satisfação mais sei que estou no caminho buscando cada vez mais informações e me especializando no assunto.
    Carlos Alberto Vianna Fernandes
    Diretor Comercial
    http://www.ousadasexshop.com.br
    http://ousadasexshop.blogspot.com

  10. Gamaliel Alexandrino

    setembro 2, 2009 em 9:28 pm

    Grande Sol!

    Parabéns pelo belo material no blog, realmente você tem razão, concordo com você nas afirmações e nos exemplos.
    Certamente aprendi contigo pelo breve momento em que atuamos na mesma empresa e fico orgulhoso em ser seu amigo.
    Parabéns, sucesso e continue com o belo trabalho.

    Gamaliel Alexandrino
    Gerente de Projetos
    Unidade TOTVS Mato Grosso, Rondonia e Acre
    (65) 4009-9000 (Cuiaba-MT)
    (65) 9207-6825

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De Dentro do e-commerce World!

Brasil é alvo diz ALIBABA

O Brasil na rota do e-Commerce Mundial

Publicado

Em

by MARCELO NINIO  DE PEQUIM para a Folha

“Somos uma força revolucionária”, diz Zeng Ming, estrategista-chefe do grupo Alibaba, a maior empresa de comércio eletrônico da China –e, em breve, a número um do mundo, preveem analistas.

A imodéstia de Zeng é explicada pelos números estratosféricos. Eles fizeram do Alibaba um fenômeno em constante crescimento desde sua criação, em 1999, época em que poucos na China sabiam o que era internet.

Jack Ma, fundadordo sitede e-commerce chinês Alibaba_ ecommercegirl.com

Jack Ma, fundadordo sitede e-commerce chinês Alibaba

 

Embora o sucesso não tenha se repetido no Brasil, onde o Alibaba desembarcou em 2010, Zeng afirma que o país tem potencial para ser um dos maiores mercados de e-commerce do mundo, e por isso é um dos alvos estratégicos da empresa.

“Pode demorar, mas os exemplos vão convencer os empresários brasileiros.”

“No início, ninguém acreditava na gente. Só quando os primeiros clientes começaram a receber grandes encomendas do exterior é que as pessoas começaram a aderir. Hoje, temos usuários em 200 países.”

O Alibaba não é um site para consumidores, mas uma espécie de comunidade de negócios que facilita a conexão entre empresários.

No jargão do setor, um modelo conhecido como B2B (business to business).

Segundo a revista “Economist”, que colocou a empresa na capa de sua edição mais recente, o grupo Alibaba movimentou US$ 170 bilhões em vendas no ano passado, superando as gigantes americanas eBay e Amazon somadas.

“Sem a estrutura e a tradição do varejo americano, mas com a tecnologia em rápida expansão, pudemos inovar e mudamos fundamentalmente a paisagem de negócios da China”, disse Zeng à Folha.

A inovação foi criar uma ferramenta que permitisse conectar pequenas manufaturas da China ao mercado local e internacional.

COGUMELOS

A mudança, afirma Zeng, não se limitou aos centros urbanos nem à indústria.

“Com a ajuda do Alibaba, pequenos fazendeiros passaram a vender mel, cogumelos ou tomates a fornecedores que estariam inacessíveis sem a tecnologia”, diz.

“O consumidor também ganhou. Com o aumento da oferta, os preços baixaram.”

Empurrado pelo interesse mundial pelo mercado asiático, o negócio criado pelo professor de inglês Jack Ma explodiu, indo além do B2B para gerar duas outras empresas de e-commerce.

Há duas semanas, Ma, 48, anunciou que deixará o cargo de presidente-executivo, em meio a especulações de que o grupo abrirá capital.

Analistas consultados pela “Economist” estimam que, com a oferta pública inicial de ações, o valor da empresa ficará entre US$ 55 bilhões e US$ 120 bilhões. Para efeito de comparação, o Facebook é avaliado em US$ 60 bilhões.

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E-commerce Girl NEWS

O Governo Diz NÃO para o e-Commerce

Decepção: Na contra mão do Mundo, Governo Brasileiro diz – e-Comercio Eletrônico não interessa ao Brasil

Publicado

Em

by Folha de São Paulo

Negócios

 relacionados a comércio eletrônico não terão prioridade no programa Start-Up Brasil, do governo federal, que prevê investimento de R$ 200 mil e apoio de gestão a empresas iniciantes.

É o que diz o secretário de política de informática do Ministério da Ciência e Tecnologia, Virgílio Almeida. Segundo ele : “Propostas como essa correm sério risco de ficarem sem aceleradoras e não serem aceitas. O que queremos estimular são softwares e serviços de TI para indústrias importantes, como a de educação, saúde e defesa”, diz.e, negócios apenas baseados na internet, como os de comércio eletrônico, não interessam devido à saturação e por não serem “estratégicos para o país”.

Na última quinta-feira, o governo lançou a segunda fase do programa, que vai apoiar até cem start-ups (empresas iniciantes de base tecnológica). As inscrições começam no próximo dia 31.

Serão quatro os critérios de escolha. O mais forte, com peso 4, será o modelo de negócios, no qual os interessados deverão mostrar qual o mercado a ser atingido, os possíveis concorrentes e o potencial de crescimento.

Depois será avaliada se a solução tem tecnologias inovadoras, com peso 3.

A qualidade da equipe terá peso 2 na avaliação e serão analisados o currículo dos participantes e a capacidade de executar o que propõem.

Por último, com peso 1, as start-ups deverão ter projetos alinhados com o Plano TI Maior. Os temas prioritários dessa iniciativa são educação, defesa, saúde, petróleo e gás, energia, sistemas aeroespaciais, grandes eventos esportivos, agricultura, ambiente, finanças, telecomunicações, mineração e tecnologias estratégicas.

Uma comissão com representantes do empresariado, do governo e da academia vai fazer a escolha. Além da verba de R$ 200 mil, as start-ups receberão um montante variável de investimento privado das nove aceleradoras que foram escolhidas para participar da iniciativa.

O programa também terá uma representação no Vale do Silício para divulgar as empresas participantes.na contra mão do e-Commerce eCommerce Girl

(por REINALDO CHAVES especial para a Folha )

 

 

 

Vagas para e-Commerce e Midia Digital

 

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Dicas E-commerce Girl

10 e-Commerces mais acessados do Brasil

O Ranking dos 10 comércio eletrônicos ( incluindo Compras Coletivas ) mais acessados no Brasil

Publicado

Em

ranking eCommerce Brasil eCommerce Girl

By Hitwise

No ranking de audiência a sites de comércio eletrônico divulgado pela Hitwise, unidade de pesquisa da Serasa Experian, o Mercado Livre se manteve como o serviço que mais teve visitas no país. Foram 10,11% de participação de mercado em fevereiro, mesma índice registrado no ano passado, seguido pela  Americanas, com 4,80% de market share em visitas (veja abaixo a lista completa). Na sequência aparece o Buscapé, com 3,47%, que saltou da sétima para a terceira colocação. O site tomou o lugar do Groupon, que ocupava a terceira posição em fevereiro de 2012, com 2,98%, mas caiu para o décimo posto neste ano, com apenas 1,86% de partcipação de mercado.

Outra mudança foi da Netshoes. A loja virtual de artigos esportivos caiu do quinto lugar, com 2,54% da audiência na categoria, para a sétima posição, mesmo ganhando alguns décimos de participação de mercado e somando 2,74% de share. O Magazine Luiza, que antes figurava na oitava posição, sequer apareceu entre top 10 deste ano.

Fontes de tráfego

As categorias de site que mais geraram tráfego para essas páginas foram “ferramentas de busca”, com 27,29% do volume de acessos, redes sociais e fóruns (17,52%), sites de e-mail (6,15%), lojas de departamento (5,50%) e recompensas e diretórios (3,67%).

Distribuição regional

A região Sudeste concentrou as visitas ao comércio eletrônico, com 61,42% da participação no período de 12 semanas, encerrado dia 2 de março. O Sul do país aparece na segunda posição, com 15,17%, enquanto o Nordeste, Centro-Oeste e o Norte ficaram com 12,14%, 7,74%, e 3,53%, respectivamente.

1. Mercado Livre (10,11%)

2. Americanas (4,80%)

3. Buscapé (3,47%)

4. Dafiti (3,35%),

5. Bom Negócio (3,05%)

6. OLX (2,78%)

7. Netshoes (2,74%)

8. Shopping UOL (2,52%)

9. Casas Bahia (1,87%)

10. Groupon Brasil (1,86%)

Vagas para e-Commerce e Midia Digital

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