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INOVAR É FÁCIL!! Assim disse Tom Peters, é só ter Paixão e Imaginação

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Todo mundo conhece Tom Peters  ele  é um considerado guru da gerência de negócios. Seu primeiro grande livro (em coautoria com Robert Waterman “Em Busca da Excelência” – editado em português como “Vencendo a Crise” foi um inesperado sucesso editorial. Seu combate incansável contra a falta de paixão no trabalho o levaram a ser radicalmente a favor a inovação, contra o kaizen (ou melhoria contínua), e a considerar o incrementalismo como o maior inimigo da inovação.  Imaginação e Paixão são recomendados em abundância para um mundo altamente competitivo.

Para deixar claro como ele é fenomenal seu logo tipo é um (!) Ponto de exclamação! sensacional, ah, seu aniversário é em  07 de novembro – rs !

Venho aqui falar de inovação em e-commerces.

Vejo pouco isso.

Vejo pouco isso no Brasil, falta Paixão ou Imaginação?

“Ande com os esquisitos e ficará tão esquisito quanto eles” disse Tom Peters em seu seminário sobre inovação .

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Não se pode ser notável por imitar alguém que é notável.

Existem alguns e-commerces que são notaveis porque em algum momento de sua histórias eles foram Notáveis, inovaram, fizeram diferente.

Para fazer diferente é preciso uma receitinha simples:

  • 1 boa dose de coragem – afinal, pode ser que dê certo, mas como niguém fez ainda como saber não é?
  • 3 doses de paixão – não vi até hoje em nenhum momento da minha vida profissional negócios fabulosos sem que visse também nos olhos de seu criador – Paixão!
  • 1 dose de conhecimento – afinal pra colocar em pratica um plano é preciso ter conhecimento, pelo  menos para atrair os aliados na hora “H”.
  • 1 dose memória – o que foi notável , já não é mais! não disfarce uma cópia com roupa nova de inovação  – o consumidor não é tolo!

Pronto esta feita a mistura!

Mas esse caminho é escuro e escondido.fear

COMO FAZER UM E-COMMERCE INOVADOR?

A Tentação de ser igual é grande não é? afinal pra que mexer em time que esta ganhando? é por isso que nosso e-commerce é considerado para o resto do mundo como amador ( ainda ). Eu com profissional da área sinto que tenho que fazer alguma coisa, e quero dividir com vocês de onde virão as idéias para inovação – você vai se surpreender ! Tom Peters já disse:

1) Clientes insatisfeitos – Faça uma busca no google assim:  < nome da loja > < cliente > < devolução> <insatisfeito> PRONTO! Você já tem o primeiro ítem da inovação : O QUE VOCÊ NÃO VAI FAZER!

2) Concorrentes Menos competentes – é facil notar quem serão seus concorrente menos competentes

Você compraria  essa camisa? exemplo ruim Amassada e dizem que é verde!?!

Use imagens primorosas em seu e-commerce, no Brasil isso ainda é feito em casa e com camera do final de semana ou pior, contrata-se o Zezinho porque “ele  tirou  boas fotos na festa de Natal da empresa”- tive um Déjà Vu de um projeto bizarro que participei.

3) Fornecedores menos importantes – Normalmente a inovação vem de empresas menores, todos sabem que as grandes empresas são mastodontes para tomada de decisão, e investir em inovação tem um binomio complicadíssimo para grandes empresas – Risco Financeiro x  Imagem. Ninguém quer quer arriscar uma imagem de construída por anos em uma inovação de produto,  e justificar o investimento em algo que não se tem dados concretos sobre o sucesso ou não também é muitíssimo dificil  – falo com conhecimento profundo de causa.

Quer vender mais? Inove!

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6 Comentários

6 Comments

  1. Sthenyo Amadei

    agosto 5, 2009 em 7:06 pm

    Poético, mas o cara tem DOSES de razão. Afinal, estamos onde estamos porque somos naturalmente inovadores. Não sei qual é a força que nos compele a nos manter estagnados em grandes ambientes corporativos, engordando ainda mais o tal mastodonte. O Eli Goldratt, e sua Teoria das Restrições, mostra como alternar estas forças, mas não o porque. Quem sabe é uma excelente oportunidade para uma daquelas teses muito doidas? Eu não conheço nenhum estudo sobre o assunto. Bem, mais um tema bem elaborado e já sou o primeiro da fila na noite de autógrafos…

  2. Jorge Aldrovandi (@jorgealdrovandi

    agosto 7, 2009 em 2:15 pm

    Excelente Girl, muito bom.

    Acredito que a inovação ou melhor, o processo inovador, tem em algum ponto esta pergunta: “Por que não?”.

    Jorge

  3. Ricardo Brandão

    agosto 7, 2009 em 2:29 pm

    Pra quem ficou curioso com o exemplo da foto, segue o link – http://migre.me/4PuA

  4. Gabriel Janick

    abril 4, 2010 em 4:55 am

    Eu tenho um blog que se parece bastante com esse modelo.

  5. Emanuel Wentzlaff

    abril 22, 2010 em 6:00 am

    All times that I came here, my interest in your site increase very much.

  6. Kathi Peroddy

    abril 27, 2010 em 12:48 pm

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De Dentro do e-commerce World!

Brasil é alvo diz ALIBABA

O Brasil na rota do e-Commerce Mundial

Publicado

Em

by MARCELO NINIO  DE PEQUIM para a Folha

“Somos uma força revolucionária”, diz Zeng Ming, estrategista-chefe do grupo Alibaba, a maior empresa de comércio eletrônico da China –e, em breve, a número um do mundo, preveem analistas.

A imodéstia de Zeng é explicada pelos números estratosféricos. Eles fizeram do Alibaba um fenômeno em constante crescimento desde sua criação, em 1999, época em que poucos na China sabiam o que era internet.

Jack Ma, fundadordo sitede e-commerce chinês Alibaba_ ecommercegirl.com

Jack Ma, fundadordo sitede e-commerce chinês Alibaba

 

Embora o sucesso não tenha se repetido no Brasil, onde o Alibaba desembarcou em 2010, Zeng afirma que o país tem potencial para ser um dos maiores mercados de e-commerce do mundo, e por isso é um dos alvos estratégicos da empresa.

“Pode demorar, mas os exemplos vão convencer os empresários brasileiros.”

“No início, ninguém acreditava na gente. Só quando os primeiros clientes começaram a receber grandes encomendas do exterior é que as pessoas começaram a aderir. Hoje, temos usuários em 200 países.”

O Alibaba não é um site para consumidores, mas uma espécie de comunidade de negócios que facilita a conexão entre empresários.

No jargão do setor, um modelo conhecido como B2B (business to business).

Segundo a revista “Economist”, que colocou a empresa na capa de sua edição mais recente, o grupo Alibaba movimentou US$ 170 bilhões em vendas no ano passado, superando as gigantes americanas eBay e Amazon somadas.

“Sem a estrutura e a tradição do varejo americano, mas com a tecnologia em rápida expansão, pudemos inovar e mudamos fundamentalmente a paisagem de negócios da China”, disse Zeng à Folha.

A inovação foi criar uma ferramenta que permitisse conectar pequenas manufaturas da China ao mercado local e internacional.

COGUMELOS

A mudança, afirma Zeng, não se limitou aos centros urbanos nem à indústria.

“Com a ajuda do Alibaba, pequenos fazendeiros passaram a vender mel, cogumelos ou tomates a fornecedores que estariam inacessíveis sem a tecnologia”, diz.

“O consumidor também ganhou. Com o aumento da oferta, os preços baixaram.”

Empurrado pelo interesse mundial pelo mercado asiático, o negócio criado pelo professor de inglês Jack Ma explodiu, indo além do B2B para gerar duas outras empresas de e-commerce.

Há duas semanas, Ma, 48, anunciou que deixará o cargo de presidente-executivo, em meio a especulações de que o grupo abrirá capital.

Analistas consultados pela “Economist” estimam que, com a oferta pública inicial de ações, o valor da empresa ficará entre US$ 55 bilhões e US$ 120 bilhões. Para efeito de comparação, o Facebook é avaliado em US$ 60 bilhões.

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E-commerce Girl NEWS

O Governo Diz NÃO para o e-Commerce

Decepção: Na contra mão do Mundo, Governo Brasileiro diz – e-Comercio Eletrônico não interessa ao Brasil

Publicado

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by Folha de São Paulo

Negócios

 relacionados a comércio eletrônico não terão prioridade no programa Start-Up Brasil, do governo federal, que prevê investimento de R$ 200 mil e apoio de gestão a empresas iniciantes.

É o que diz o secretário de política de informática do Ministério da Ciência e Tecnologia, Virgílio Almeida. Segundo ele : “Propostas como essa correm sério risco de ficarem sem aceleradoras e não serem aceitas. O que queremos estimular são softwares e serviços de TI para indústrias importantes, como a de educação, saúde e defesa”, diz.e, negócios apenas baseados na internet, como os de comércio eletrônico, não interessam devido à saturação e por não serem “estratégicos para o país”.

Na última quinta-feira, o governo lançou a segunda fase do programa, que vai apoiar até cem start-ups (empresas iniciantes de base tecnológica). As inscrições começam no próximo dia 31.

Serão quatro os critérios de escolha. O mais forte, com peso 4, será o modelo de negócios, no qual os interessados deverão mostrar qual o mercado a ser atingido, os possíveis concorrentes e o potencial de crescimento.

Depois será avaliada se a solução tem tecnologias inovadoras, com peso 3.

A qualidade da equipe terá peso 2 na avaliação e serão analisados o currículo dos participantes e a capacidade de executar o que propõem.

Por último, com peso 1, as start-ups deverão ter projetos alinhados com o Plano TI Maior. Os temas prioritários dessa iniciativa são educação, defesa, saúde, petróleo e gás, energia, sistemas aeroespaciais, grandes eventos esportivos, agricultura, ambiente, finanças, telecomunicações, mineração e tecnologias estratégicas.

Uma comissão com representantes do empresariado, do governo e da academia vai fazer a escolha. Além da verba de R$ 200 mil, as start-ups receberão um montante variável de investimento privado das nove aceleradoras que foram escolhidas para participar da iniciativa.

O programa também terá uma representação no Vale do Silício para divulgar as empresas participantes.na contra mão do e-Commerce eCommerce Girl

(por REINALDO CHAVES especial para a Folha )

 

 

 

Vagas para e-Commerce e Midia Digital

 

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Dicas E-commerce Girl

10 e-Commerces mais acessados do Brasil

O Ranking dos 10 comércio eletrônicos ( incluindo Compras Coletivas ) mais acessados no Brasil

Publicado

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ranking eCommerce Brasil eCommerce Girl

By Hitwise

No ranking de audiência a sites de comércio eletrônico divulgado pela Hitwise, unidade de pesquisa da Serasa Experian, o Mercado Livre se manteve como o serviço que mais teve visitas no país. Foram 10,11% de participação de mercado em fevereiro, mesma índice registrado no ano passado, seguido pela  Americanas, com 4,80% de market share em visitas (veja abaixo a lista completa). Na sequência aparece o Buscapé, com 3,47%, que saltou da sétima para a terceira colocação. O site tomou o lugar do Groupon, que ocupava a terceira posição em fevereiro de 2012, com 2,98%, mas caiu para o décimo posto neste ano, com apenas 1,86% de partcipação de mercado.

Outra mudança foi da Netshoes. A loja virtual de artigos esportivos caiu do quinto lugar, com 2,54% da audiência na categoria, para a sétima posição, mesmo ganhando alguns décimos de participação de mercado e somando 2,74% de share. O Magazine Luiza, que antes figurava na oitava posição, sequer apareceu entre top 10 deste ano.

Fontes de tráfego

As categorias de site que mais geraram tráfego para essas páginas foram “ferramentas de busca”, com 27,29% do volume de acessos, redes sociais e fóruns (17,52%), sites de e-mail (6,15%), lojas de departamento (5,50%) e recompensas e diretórios (3,67%).

Distribuição regional

A região Sudeste concentrou as visitas ao comércio eletrônico, com 61,42% da participação no período de 12 semanas, encerrado dia 2 de março. O Sul do país aparece na segunda posição, com 15,17%, enquanto o Nordeste, Centro-Oeste e o Norte ficaram com 12,14%, 7,74%, e 3,53%, respectivamente.

1. Mercado Livre (10,11%)

2. Americanas (4,80%)

3. Buscapé (3,47%)

4. Dafiti (3,35%),

5. Bom Negócio (3,05%)

6. OLX (2,78%)

7. Netshoes (2,74%)

8. Shopping UOL (2,52%)

9. Casas Bahia (1,87%)

10. Groupon Brasil (1,86%)

Vagas para e-Commerce e Midia Digital

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