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O mercado do Luxo em e-commerce!

Mercado de luxo supera média do varejo e prevê crescimento de 8% em 2009.

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tiffany

http://wp.me/pAmEk-41 ( Shorlink – espalhe ! )

O que é Luxo para você?

Enquanto escrevia esse post fiquei imaginando uma imagem que sigficasse ou que remetesse ao Luxo. Tive certa dificuldade… pensei em  elegância, classe e dinheiro , e nada mais Luxo que Tiffany´s.

O fato é que enquanto o varejo brasileiro ainda tenta se recuperar das perdas registradas no final do ano passado, o mercado de luxo no país espera crescer 8% este ano, segundo levantamento feito pelo instituto de pesquisa GfK para a consultoria MCF.

“Não é tão positivo assim, a gente precisa ser realista. Mas existe a questão de que o luxo são marcas muito impregnadas de símbolos, de desejos, que acaba sendo uma vantagem competitiva a mais”, diz Carlos Ferreirinha, presidente da MCF.

 Carlos Ferreirinha esteve à frente da marca Louis Vuitton na América Latina por sete anos, hoje é consultor de negócios de luxo e possui clientes como a Abit, Baccarat, Vodka Absolut. Lançou também o primeiro MBA de Luxo, um dos poucos no mundo, e é precidente  da MCF – http://www.mcfconsultoria.com.br/

Na rede de joalherias Tiffany no Brasil, http://www.tiffany.com/,a crise mal passou pela porta. A rede afirma,  que o crescimento das vendas chegou a surpreender e está maior do que o do ano passado, está em dois dígitos.
Já no exterior, onde a marca tem suas bases mais tradicionais, o resultado é bem menos empolgante. “O epicentro da crise foi Nova York, o impacto no nosso negócio foi tremendo lá.

“De fato no Brasil (o mercado de luxo) está indo muito bem, não foi tão prejudicado como no exterior. A reação brasileira de forma geral foi bem melhor – continua crescendo, mas realmente o crescimento é um pouco menor”, 

O que explica essa diferença entre os mercados – além, é claro, do fato da crise estar sendo menos intensa por aqui – é o perfil do consumidor de luxo brasileiro.

A grande massa consumidora do luxo é que está movimentando este comércio, são os que começaram a fazer parte desse segmento há pouco tempo. “São os que estão entrando para o mercado de luxo, onde a grife, a marca, funciona como uma senha de entrada. Para as pessoas desse grupo, perder aquilo que já conquistaram é um impacto muito negativo, quando para Europeus e Americanos o consumo de luxo é um processo histórico.

Comprar faz parte da cultura de consumo do Europeu.200432690-001

É exatamente esse “fator emocional” que, segundo os especialistas, “descreve” o que é o luxo. “Não há uma definição do que é luxo, não é uma indústria regulamentada. O que se trabalha são produtos e serviços que alcançam patamares altos, produtos que são consumidos por tomada de decisão emocional, que evocam sensações de poder, de status”, segundo Carlos Ferreirinha,

Os melhores resultados do setor do luxo no Brasil devem aumentar a presença das grifes estrangeiras no país.

Enquanto isso acontecem eventos direcionados ao setor ?

http://www.atualuxo.com.br/

Conferencia Internacional do Negocio de Luxo , esta na segunda edição e vai acontecer em  setembro 2009 , tem o objetivo de discutir a crise mundial dos mercados, e a gestão estratégica de marca no segmento de Luxo e Premium.

Atual Luxo – 9, 10 e 11 de setembro – Grand Hyatt São Paulo

 

E o mercado de WEBLUXO?

Eu vejo algumas iniciativas – ainda tímida85376954s – de um mercado on-line de luxo.

E elas aterrizaram no pais com mais força no final de 2008, e ainda se restringem aos clubes de compra.

Detentora da loja virtual Sack’s, a Dotcom Group anuncia sua estratégia de expansão com foco na região da América Latina, após finalizar aquisição de 60% do capital da loja virtual Glamour. WWW.glamour.com.br ( o que explica a semelhança de layout com a loja virtual da Sack´s – Otima por sinal! )

“A partir do segundo semestre de 2009, faremos novas aquisições nos mesmos moldes da Glamour. Vamos fugir dos segmentos dominados pelos grandes varejistas do comércio eletrônico e concentrar esforços em setores que tenham sinergia com os nossos projetos atuais. Nossos 550 mil clientes têm alto poder aquisitivo e não compram apenas perfumes”, afirmou Alexandre Icaza, Diretor Executivo da Albatroz Participações ( proprietária da Glamour )

A meta de expansão está baseada em aquisições de lojas virtuais em países como Chile e Argentina com objetivo de ampliar atuação na região da América Latina. Para 2009, a expectativa é atingir R$ 100 milhões em vendas, um crescimento de 53% sobre os R$ 65 milhões estimados para 2008.

Eu particularmente não gosto de quase nenhum desses e-commerces, para mim são outlets disfarçados!

Privalia (WWW.privalia.com.br), Coquelux, (www.coquelux .com.br ), Brandsclub (www.brandsclub.com.br )

O que me parece – e constatei pessoalmente quando estive em um projeto de e-commerce de uma marca italiana de artigos esportivos – é que compram restos de coleção e colocam para vender no site.

Mas devo admitir que os sites são bem direcionados com boa navegabilidade e caprichados e com otimas fotos dos produtos – que é A deficiência no comércio virtual no Brasil, por esse e outros fatores ainda somos chamados de amadores, mas isso deve mudar em breve –   do que a maioria dos e-commerces de varejo que vejo por ai.

É a prova que não se vende Ferrari na banca da feira.

Uma dessas lojas virtuais que tem me conquistado é a Superexclusivo WWW.superexclusivo.com.br

e porque? Porque admite que é um Outlet! E ponto! Não se disfarça de grande negócio de marcas exclusivas.

Com essa sinceridade conquistou 70 mil associados no Brasil em quase 2 anos,e planeja triplicar o faturamento em 2009 – vislumbrando uma receita de R$ 3 milhões – não é pra qualquer um.

O grande atrativo para os consumidores são descontos, que chegam a 70%.

O grande impedimento, ou chamativo social, não sei dizer, é que é preciso ser convidado por um dos membros ou realizar um cadastro e aguardar aprovação.

As consumidor gosta de se sentir exclusivo!

E cá entre nós, o Brasil é um Luxo!
 
 
 
 
 

 

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6 Comentários

6 Comments

  1. Luz Vaalor

    agosto 31, 2009 em 4:45 pm

    Olá Solange,
    Gostei muito do seu trabalho. Gostaria de escrever sobre e-commerce no Mercado de Luxo para nós?

    Conheça nosso Blog e opine sobre o assunto!

    Luz Vaalor

  2. Luz Vaalor

    agosto 31, 2009 em 4:47 pm

    Olá Solange,
    Gostei muito do seu trabalho. Gostaria de escrever sobre e-commerce no Mercado de Luxo para nós?

    Conheça nosso Blog e opine sobre o assunto!

    http://mercadodeluxocontemporaneo.blogspot.com/

    Luz Vaalor
    Valor Luxury Management

  3. Roberto Sena

    setembro 1, 2009 em 3:57 pm

    Vou lhe dizer que o que conheço sobre o mercado é insignificante, depois que li seu artigo!

  4. brunolinhares

    setembro 1, 2009 em 8:36 pm

    Muito bom artigo, Solange – há que se dizer, no entanto, que o modelo “Outlet” de produtos de luxo, vai muito bem também no exterior, principalmente nos EUA, apesar ou por conta da crise. Informações que disponho falam de que o http://www.ruelala.com/ , por exemplo, segue com impressionante crescimento, apesar da queda de 0,4% previsto para o conjunto do e-commerce norte-americano. Aliás as marcas que você cita, como o Brandsclub, são claramente cópia deste modelo que está vencendo, pelo menos até agora.

  5. solange0307

    setembro 1, 2009 em 9:37 pm

    Ola Bruno,
    é verdade, sei que é um seguimento vencedor.
    Nao gosto da forma, do estilo – só isso!

    Pra mim, se é outlet – diga que é outlet! e pratique preços de Outlet. ( e eu adoro um outlet)

    Posar de Boutique de luxo – é que nao cola!

    Obrigada por postar!
    Abraço.

  6. Responda E-commerce de luxo | Cooperblog - eCoopertec

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De Dentro do e-commerce World!

Brasil é alvo diz ALIBABA

O Brasil na rota do e-Commerce Mundial

Publicado

Em

by MARCELO NINIO  DE PEQUIM para a Folha

“Somos uma força revolucionária”, diz Zeng Ming, estrategista-chefe do grupo Alibaba, a maior empresa de comércio eletrônico da China –e, em breve, a número um do mundo, preveem analistas.

A imodéstia de Zeng é explicada pelos números estratosféricos. Eles fizeram do Alibaba um fenômeno em constante crescimento desde sua criação, em 1999, época em que poucos na China sabiam o que era internet.

Jack Ma, fundadordo sitede e-commerce chinês Alibaba_ ecommercegirl.com

Jack Ma, fundadordo sitede e-commerce chinês Alibaba

 

Embora o sucesso não tenha se repetido no Brasil, onde o Alibaba desembarcou em 2010, Zeng afirma que o país tem potencial para ser um dos maiores mercados de e-commerce do mundo, e por isso é um dos alvos estratégicos da empresa.

“Pode demorar, mas os exemplos vão convencer os empresários brasileiros.”

“No início, ninguém acreditava na gente. Só quando os primeiros clientes começaram a receber grandes encomendas do exterior é que as pessoas começaram a aderir. Hoje, temos usuários em 200 países.”

O Alibaba não é um site para consumidores, mas uma espécie de comunidade de negócios que facilita a conexão entre empresários.

No jargão do setor, um modelo conhecido como B2B (business to business).

Segundo a revista “Economist”, que colocou a empresa na capa de sua edição mais recente, o grupo Alibaba movimentou US$ 170 bilhões em vendas no ano passado, superando as gigantes americanas eBay e Amazon somadas.

“Sem a estrutura e a tradição do varejo americano, mas com a tecnologia em rápida expansão, pudemos inovar e mudamos fundamentalmente a paisagem de negócios da China”, disse Zeng à Folha.

A inovação foi criar uma ferramenta que permitisse conectar pequenas manufaturas da China ao mercado local e internacional.

COGUMELOS

A mudança, afirma Zeng, não se limitou aos centros urbanos nem à indústria.

“Com a ajuda do Alibaba, pequenos fazendeiros passaram a vender mel, cogumelos ou tomates a fornecedores que estariam inacessíveis sem a tecnologia”, diz.

“O consumidor também ganhou. Com o aumento da oferta, os preços baixaram.”

Empurrado pelo interesse mundial pelo mercado asiático, o negócio criado pelo professor de inglês Jack Ma explodiu, indo além do B2B para gerar duas outras empresas de e-commerce.

Há duas semanas, Ma, 48, anunciou que deixará o cargo de presidente-executivo, em meio a especulações de que o grupo abrirá capital.

Analistas consultados pela “Economist” estimam que, com a oferta pública inicial de ações, o valor da empresa ficará entre US$ 55 bilhões e US$ 120 bilhões. Para efeito de comparação, o Facebook é avaliado em US$ 60 bilhões.

360graus_fotos_ecommerce_ecommercegirl.com

 

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E-commerce Girl NEWS

O Governo Diz NÃO para o e-Commerce

Decepção: Na contra mão do Mundo, Governo Brasileiro diz – e-Comercio Eletrônico não interessa ao Brasil

Publicado

Em

by Folha de São Paulo

Negócios

 relacionados a comércio eletrônico não terão prioridade no programa Start-Up Brasil, do governo federal, que prevê investimento de R$ 200 mil e apoio de gestão a empresas iniciantes.

É o que diz o secretário de política de informática do Ministério da Ciência e Tecnologia, Virgílio Almeida. Segundo ele : “Propostas como essa correm sério risco de ficarem sem aceleradoras e não serem aceitas. O que queremos estimular são softwares e serviços de TI para indústrias importantes, como a de educação, saúde e defesa”, diz.e, negócios apenas baseados na internet, como os de comércio eletrônico, não interessam devido à saturação e por não serem “estratégicos para o país”.

Na última quinta-feira, o governo lançou a segunda fase do programa, que vai apoiar até cem start-ups (empresas iniciantes de base tecnológica). As inscrições começam no próximo dia 31.

Serão quatro os critérios de escolha. O mais forte, com peso 4, será o modelo de negócios, no qual os interessados deverão mostrar qual o mercado a ser atingido, os possíveis concorrentes e o potencial de crescimento.

Depois será avaliada se a solução tem tecnologias inovadoras, com peso 3.

A qualidade da equipe terá peso 2 na avaliação e serão analisados o currículo dos participantes e a capacidade de executar o que propõem.

Por último, com peso 1, as start-ups deverão ter projetos alinhados com o Plano TI Maior. Os temas prioritários dessa iniciativa são educação, defesa, saúde, petróleo e gás, energia, sistemas aeroespaciais, grandes eventos esportivos, agricultura, ambiente, finanças, telecomunicações, mineração e tecnologias estratégicas.

Uma comissão com representantes do empresariado, do governo e da academia vai fazer a escolha. Além da verba de R$ 200 mil, as start-ups receberão um montante variável de investimento privado das nove aceleradoras que foram escolhidas para participar da iniciativa.

O programa também terá uma representação no Vale do Silício para divulgar as empresas participantes.na contra mão do e-Commerce eCommerce Girl

(por REINALDO CHAVES especial para a Folha )

 

 

 

Vagas para e-Commerce e Midia Digital

 

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Dicas E-commerce Girl

10 e-Commerces mais acessados do Brasil

O Ranking dos 10 comércio eletrônicos ( incluindo Compras Coletivas ) mais acessados no Brasil

Publicado

Em

ranking eCommerce Brasil eCommerce Girl

By Hitwise

No ranking de audiência a sites de comércio eletrônico divulgado pela Hitwise, unidade de pesquisa da Serasa Experian, o Mercado Livre se manteve como o serviço que mais teve visitas no país. Foram 10,11% de participação de mercado em fevereiro, mesma índice registrado no ano passado, seguido pela  Americanas, com 4,80% de market share em visitas (veja abaixo a lista completa). Na sequência aparece o Buscapé, com 3,47%, que saltou da sétima para a terceira colocação. O site tomou o lugar do Groupon, que ocupava a terceira posição em fevereiro de 2012, com 2,98%, mas caiu para o décimo posto neste ano, com apenas 1,86% de partcipação de mercado.

Outra mudança foi da Netshoes. A loja virtual de artigos esportivos caiu do quinto lugar, com 2,54% da audiência na categoria, para a sétima posição, mesmo ganhando alguns décimos de participação de mercado e somando 2,74% de share. O Magazine Luiza, que antes figurava na oitava posição, sequer apareceu entre top 10 deste ano.

Fontes de tráfego

As categorias de site que mais geraram tráfego para essas páginas foram “ferramentas de busca”, com 27,29% do volume de acessos, redes sociais e fóruns (17,52%), sites de e-mail (6,15%), lojas de departamento (5,50%) e recompensas e diretórios (3,67%).

Distribuição regional

A região Sudeste concentrou as visitas ao comércio eletrônico, com 61,42% da participação no período de 12 semanas, encerrado dia 2 de março. O Sul do país aparece na segunda posição, com 15,17%, enquanto o Nordeste, Centro-Oeste e o Norte ficaram com 12,14%, 7,74%, e 3,53%, respectivamente.

1. Mercado Livre (10,11%)

2. Americanas (4,80%)

3. Buscapé (3,47%)

4. Dafiti (3,35%),

5. Bom Negócio (3,05%)

6. OLX (2,78%)

7. Netshoes (2,74%)

8. Shopping UOL (2,52%)

9. Casas Bahia (1,87%)

10. Groupon Brasil (1,86%)

Vagas para e-Commerce e Midia Digital

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