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Pernambucanas.com.br Morreu! Você Sabia?

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Sempre gosto de contar cases de sucesso de e-commerce; e eu conheço vários!

Mas, é preciso analisar a morte súbita de algumas lojas virtuais famosas, aprender com os erros e não repeti-los jamais!

Pernambucanas.com.br morreu na última sexta feira, ou seja a loja online foi tirada do ar.

Leiam o ótimo artigo escrito por Thiago F. Gomes em www.ecommercebrasil.org.

Morreu porque? qual a causa mortis? Convido quem souber explicar porque um e-commerce tão bacana acabou a escrever umpernanbucanas post aqui.

Pelo que se sabe, e acredito em e-commerce todo mundo sabe de tudo, a pernambucanas.com.br estava a dois anos no ar, e tinha um tráfego muito bom e por vezes encostando nos arquiinimigos  comprafacil.com, magazineluiza.com.br, pontofrio.com.br.

Conta-se no meio que a administração mudou ( e quantas vezes já ouvimos essa história de mudança de gestão??)

Nãoexiste nenhum comunicado oficial sobre a descontinuidade dos serviços apenas um aviso dizendo que os pedidos já feitos serão honrados.

Assim como no comércio offline quando uma loja pára de funcionar prega-se um papel na porta dizendo :  Encerramos atividades, obrigada por ter sido nosso Cliente! eu  espera algo do tipo da Pernambucanas.

Segundo o próprio site institucional da Empresa a Casas Pernambucas completou 100 anos de existência, e é mais uma história de sucesso de uma empresa familiar que se reinventou de tempos em tempos.

Entrar para o e-commerce seria algo quase  ERGONÔMICO ( disciplina científica relacionada ao entendimento das interações entre seres humanos e outros elementos de um sistema, e também é a profissão que aplica teoria, princípios, dados e métodos para projetar a fim de otimizar o bem-estar humano e o desempenho geral de um sistema. Esta é a definição adotada pela Associação Internacional de Ergonomia (International Ergonomics Association – IEA ) Wikipédia

As Pernambucas tem mais de 15.000 funcionários espalhados em suas unidades, e parte deles da divisão de e-commerce agora não fazem mais parte da familia Pernambucanas.

A verdade é que:

Para gerir e-commerce é preciso ter experiência, vivência,  é preciso profissionalizar a operação ( e a Pernambucanas estava indo muito bem nesse quesito ),mas  na mudança da gestão algo ficou perdido, e alguém não entendeu o que era “esse negócio de internet” – quem é dá área já viveu essa história algumas vezes, e uma história vitoriosa do mundo on-line acabou.

As lições aprendidas são:

  • Antes de montar seu e-commerce , Saiba onde quer chegar! O que você quer ser, e trace o caminho.
  • Planeje, planeje, planeje, incansavelmente :Vou citar Abraham  Lincoln “Se eu tivesse oito horas para derrubar uma árvore, passaria seis afiando meu machado.” 
  • Profissionalize o time , pequeno ou grande, não importa, entenda o tráfego, analise a audiência do seu site, entenda o que o cliente te diz.
  • Capriche, seja elegante, tenha uma e-loja limpa com imagens de alta qualidade, deixe o cliente ver o produto e acredite > ele vai comprar!

Ainda quero contar aqui muitos casos de sucesso em e-commerce!

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11 Comentários

11 Comments

  1. Joseane

    julho 24, 2009 em 2:24 pm

    Solange,
    apesar de não ser da área, também sou uma entusiasta do e-com.
    Porém, ter um site que permita compras até que é fácil. O difícil é toda a logística que este site tem por trás…espaço para armazenagem de fácil localização, um sistema de controle de estoque e de distribuição eficiente, cumprimento de prazos…
    Montar um e-com requer um grande planejamento, e muitas vezes quem está viabilizando não tem a noção do todo, principalmente num país com as nossas dimensões.
    Mas é implacável, ao primeiro problema os clientes denunciam a deficiência da empresa. E se não há ações rápidas cai no descrédito, o caminho é sair do ar.
    Espero que neste o caso específico, seja só por pouco tempo, pois o futuro está no e-com, quem não enxergar isto, estará fora. Seria uma pena para uma empresa de 100 anos ser vencida pelo futuro.
    Quem sabe os pais do playground não consigam preparar um bom plano de ação?
    Abraços, Josie

  2. Américo

    julho 24, 2009 em 3:31 pm

    Solange, suponho que, apesar do bom tráfego no site, a conversão em compras seja pequena e ao se avaliar esse comportamento tenham optado por fechar. Também sou fã da internet. Faço compras, pago contas, pesquiso, dou bronca, enfim, quase tudo que antes fazia pessoalmente ou por telefone. Gostei do comentário da Josie também. A logística pode ser um inimigo se esse quesito não tiver sido muito bem analisado, mas numa empresa de 100 anos vivendo de vendas ao consumidor, não creio que tenha sido isso o grande impecílio. Estou mais na linha de serviços que o site não oferecia e por isso foi ficando sem credibilidade ou com baixa usabilidade, itens fundamentais para ma história de sucesso na minha opinião. Torço para que eles voltem com uma visão moderna de site de serviços que também vende produtos. Acho que está aí o plo do gato.
    abraços,
    Américo.

  3. solange0307

    julho 24, 2009 em 3:59 pm

    Américo,
    Obrigada pelo post!
    Veja, Existem muitos gatos e diversos pulos…
    Logistica de fato é o calcanhar de Aquiles, mas não era o problema da Pernambucanas.com.br , eu acho que não houve “intimidade” com o negócio pela nova Direção…. Que pena! Era um belo case.

    Abração

  4. Américo

    julho 24, 2009 em 6:58 pm

    Oi Solange,
    Mas faz sentido. Se o que eu supus foi verdade, a nova Direçao fez a pergunta clássica: quanto estamos faturando vs custos de manutenção. E aí, com números frios não dá para discutir. Tem o lance da visão de futuro mas aí varia em função da cabeça que lidera. Nesse caso, pelo visto, ficou só no número mesmo. Vamos ver. Quem deve ter gostado disso mesmo, foram os concorrentes…

    abraço,

    Anérico.

  5. Paulo

    julho 24, 2009 em 7:28 pm

    Solange,

    Acho que não podemos olhar o encerramento das Pernambucanas.com apenas pelo ponto de vista do e-commerce, ou seja, pensar se foi falta de experiência ou visão da administração em relação a presença na Internet, me alinho ao Américo quando ele cita a análise de custos x desempenho. A pergunta talvez seja: O negócio Pernambucanas como um todo, vai bem? Seus volumes (e negociações) de compras são tão bons quanto o dos concorrentes mantendo seu negócio ( online e físico) competitivos? O modelo de logística das lojas físicas foi bem adaptado para o e-commerce? O ponto que quero demonstrar é que se o modelo de negócios desandou, e as margens de vendas estão negativas, dando prejuízo, então não dá para continuar aumentando o buraco em função de “ser estratégico” estar na web. Tenho certeza que não foi uma decisão fácil tirar o serviço do ar. Estou agora interessado nos próximos capítulos, acredito que este tenha sido apenas o começo de mudanças na operação como um todo.

    Abraços a todos

    Paulo

  6. solange0307

    julho 24, 2009 em 7:37 pm

    Paulo, Tens razão!
    O meu interesse academico e profissional no caso da Pernanbucanas é:
    1. Aprender com o que eu errado.
    2. Não repetir e não deixar outros e-commerces repetirem o mesmo erro.
    3. Sempre começar com um plano de negócio, e um P&L monstro! é a tal profissionalização do e-commerce.

    (…) e também me pergunto : Será que estamos em um momento de reinvenção do e-commerce no Brasil?

    Obrigada por postar!!
    Abraço!

  7. Carlos Eduardo Japiassu

    julho 24, 2009 em 9:23 pm

    Solange,

    Fundamentalmente acredito que a estratégia da empresa para seu e-commerce é fundamental para a sobrevivência deste canal de vendas. Hoje a mídia eletrônica é uma forma barata de marketing que vêm sendo muito bem explorada pelos concorrentes da Pernambucanas, além de atuar na área de TI também sou consumidor de diversos sites (inclusive da Pernambucanas), porém nunca recebi um mailing da empresa divulgando ofertas.
    Tive a oportunidade de prestar serviço para um grande empresa de cosméticos e que possui uma contingente gigantesco de vendedoras (porta-em-porta) que simplesmente vende seus produtos por valores normais sem nenhum tipo de desconto em seu site, enquanto suas vendedoras contam com catálogos recheados de descontos para os mesmos produtos. Isto para simplesmente prestigiar este contingente de trabalhadoras.
    Será que o site de e-commerce das Casas Bahia também vai vingar? Qual é o publico-alvo atual da companhia e qual é o público que ela pretende atingir ? Serão realizados investimentos em marketing proporcionais ao modelo praticado hoje ? Enfim, são diversas questões a serem avaliadas, porém sem estratégia e objetivos claros definidos (além de outros fatores citados anteriormente pelos colegas), basta esperar pelo iceberg que vai afundar todo o negócio.

    Um grande abraço a todos.

    Carlos Eduardo Japiassu.

  8. solange0307

    julho 24, 2009 em 9:31 pm

    Olá Carlos,
    Sabe eu acho que esses grandes varejos off line, que agora tem estrategias on-line estão passando por uma crise de identidade…

    Ser ou não ser online? Eis a questão!

  9. Marx Câmara

    julho 28, 2009 em 7:35 pm

    Olá Solange,
    Grandes varejistas já possuem grande habilidade na localização de pontos físicos, shoppings, corredores de grande volumes de pessoas, sabem muito bem como fazer com que os clientes demorem em suas lojas, que possam levar um item adicional, etc. Mas e na Internet? Fazer negócio na web tem suas próprias dificuldades e cenários distintos de desafios.
    Acho que colocou muito bem, “Ser ou não ser online”, se já existe a duvida, melhor procurar posicionamento!

    Vejo como grande erro dos varejistas que já possui negócios estabelecidos em lojas físicas, é tratar o comércio eletrônico como uma filial.
    Mas esquecem que estão a um click da concorrência, e que a expertise necessária é mais complexa do que a tradicional.

    Uma pontocom para crescer e evoluir precisa que seus processos fluam bem, sejam competitivos e com bons profissionais envolvidos, atentos a todos os detalhes, por menor que pareçam.

    No mundo físico, conveniência tem a ver com locação, ponto, shopping, avenidas, ruas… Na internet você precisa mais que mera conveniência.

  10. Américo

    julho 29, 2009 em 2:48 pm

    Gostei dos ultimos posts. Mas vou mais além. Quando voce entra numa loja, via de regra, voce tem um foco básico. Ver, comparar, questionar e negociar. No mundo on-line não pode ser diferente. Então acessibilidade, facilidade na pesquisa, informações completas são requisitos básicos. E a maioria tenta a venda casada, tal e qual na loja off-line. Depois disso tem todo o processo de atendimento que TEM que funcionar, senão a loja morre. Então, planejamento é essencial, entender de usabilidade idem, ter uma linha de serviços de suporte ao site similar ao da loja tradicional e, finalmente, muito marketing (que não é caro como foi ressaltado). O e-commerce enfrenta agora um momento em que precisa ser repensado ou repaginado focando o novo consumidor, que usa o mundo on-line para tudo (nativos digitais).
    abraços,

    Américo.

  11. ipad downloads

    junho 24, 2010 em 6:37 pm

    This post will actually served me a lot thanks

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De Dentro do e-commerce World!

Brasil é alvo diz ALIBABA

O Brasil na rota do e-Commerce Mundial

Publicado

Em

by MARCELO NINIO  DE PEQUIM para a Folha

“Somos uma força revolucionária”, diz Zeng Ming, estrategista-chefe do grupo Alibaba, a maior empresa de comércio eletrônico da China –e, em breve, a número um do mundo, preveem analistas.

A imodéstia de Zeng é explicada pelos números estratosféricos. Eles fizeram do Alibaba um fenômeno em constante crescimento desde sua criação, em 1999, época em que poucos na China sabiam o que era internet.

Jack Ma, fundadordo sitede e-commerce chinês Alibaba_ ecommercegirl.com

Jack Ma, fundadordo sitede e-commerce chinês Alibaba

 

Embora o sucesso não tenha se repetido no Brasil, onde o Alibaba desembarcou em 2010, Zeng afirma que o país tem potencial para ser um dos maiores mercados de e-commerce do mundo, e por isso é um dos alvos estratégicos da empresa.

“Pode demorar, mas os exemplos vão convencer os empresários brasileiros.”

“No início, ninguém acreditava na gente. Só quando os primeiros clientes começaram a receber grandes encomendas do exterior é que as pessoas começaram a aderir. Hoje, temos usuários em 200 países.”

O Alibaba não é um site para consumidores, mas uma espécie de comunidade de negócios que facilita a conexão entre empresários.

No jargão do setor, um modelo conhecido como B2B (business to business).

Segundo a revista “Economist”, que colocou a empresa na capa de sua edição mais recente, o grupo Alibaba movimentou US$ 170 bilhões em vendas no ano passado, superando as gigantes americanas eBay e Amazon somadas.

“Sem a estrutura e a tradição do varejo americano, mas com a tecnologia em rápida expansão, pudemos inovar e mudamos fundamentalmente a paisagem de negócios da China”, disse Zeng à Folha.

A inovação foi criar uma ferramenta que permitisse conectar pequenas manufaturas da China ao mercado local e internacional.

COGUMELOS

A mudança, afirma Zeng, não se limitou aos centros urbanos nem à indústria.

“Com a ajuda do Alibaba, pequenos fazendeiros passaram a vender mel, cogumelos ou tomates a fornecedores que estariam inacessíveis sem a tecnologia”, diz.

“O consumidor também ganhou. Com o aumento da oferta, os preços baixaram.”

Empurrado pelo interesse mundial pelo mercado asiático, o negócio criado pelo professor de inglês Jack Ma explodiu, indo além do B2B para gerar duas outras empresas de e-commerce.

Há duas semanas, Ma, 48, anunciou que deixará o cargo de presidente-executivo, em meio a especulações de que o grupo abrirá capital.

Analistas consultados pela “Economist” estimam que, com a oferta pública inicial de ações, o valor da empresa ficará entre US$ 55 bilhões e US$ 120 bilhões. Para efeito de comparação, o Facebook é avaliado em US$ 60 bilhões.

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E-commerce Girl NEWS

O Governo Diz NÃO para o e-Commerce

Decepção: Na contra mão do Mundo, Governo Brasileiro diz – e-Comercio Eletrônico não interessa ao Brasil

Publicado

Em

by Folha de São Paulo

Negócios

 relacionados a comércio eletrônico não terão prioridade no programa Start-Up Brasil, do governo federal, que prevê investimento de R$ 200 mil e apoio de gestão a empresas iniciantes.

É o que diz o secretário de política de informática do Ministério da Ciência e Tecnologia, Virgílio Almeida. Segundo ele : “Propostas como essa correm sério risco de ficarem sem aceleradoras e não serem aceitas. O que queremos estimular são softwares e serviços de TI para indústrias importantes, como a de educação, saúde e defesa”, diz.e, negócios apenas baseados na internet, como os de comércio eletrônico, não interessam devido à saturação e por não serem “estratégicos para o país”.

Na última quinta-feira, o governo lançou a segunda fase do programa, que vai apoiar até cem start-ups (empresas iniciantes de base tecnológica). As inscrições começam no próximo dia 31.

Serão quatro os critérios de escolha. O mais forte, com peso 4, será o modelo de negócios, no qual os interessados deverão mostrar qual o mercado a ser atingido, os possíveis concorrentes e o potencial de crescimento.

Depois será avaliada se a solução tem tecnologias inovadoras, com peso 3.

A qualidade da equipe terá peso 2 na avaliação e serão analisados o currículo dos participantes e a capacidade de executar o que propõem.

Por último, com peso 1, as start-ups deverão ter projetos alinhados com o Plano TI Maior. Os temas prioritários dessa iniciativa são educação, defesa, saúde, petróleo e gás, energia, sistemas aeroespaciais, grandes eventos esportivos, agricultura, ambiente, finanças, telecomunicações, mineração e tecnologias estratégicas.

Uma comissão com representantes do empresariado, do governo e da academia vai fazer a escolha. Além da verba de R$ 200 mil, as start-ups receberão um montante variável de investimento privado das nove aceleradoras que foram escolhidas para participar da iniciativa.

O programa também terá uma representação no Vale do Silício para divulgar as empresas participantes.na contra mão do e-Commerce eCommerce Girl

(por REINALDO CHAVES especial para a Folha )

 

 

 

Vagas para e-Commerce e Midia Digital

 

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Dicas E-commerce Girl

10 e-Commerces mais acessados do Brasil

O Ranking dos 10 comércio eletrônicos ( incluindo Compras Coletivas ) mais acessados no Brasil

Publicado

Em

ranking eCommerce Brasil eCommerce Girl

By Hitwise

No ranking de audiência a sites de comércio eletrônico divulgado pela Hitwise, unidade de pesquisa da Serasa Experian, o Mercado Livre se manteve como o serviço que mais teve visitas no país. Foram 10,11% de participação de mercado em fevereiro, mesma índice registrado no ano passado, seguido pela  Americanas, com 4,80% de market share em visitas (veja abaixo a lista completa). Na sequência aparece o Buscapé, com 3,47%, que saltou da sétima para a terceira colocação. O site tomou o lugar do Groupon, que ocupava a terceira posição em fevereiro de 2012, com 2,98%, mas caiu para o décimo posto neste ano, com apenas 1,86% de partcipação de mercado.

Outra mudança foi da Netshoes. A loja virtual de artigos esportivos caiu do quinto lugar, com 2,54% da audiência na categoria, para a sétima posição, mesmo ganhando alguns décimos de participação de mercado e somando 2,74% de share. O Magazine Luiza, que antes figurava na oitava posição, sequer apareceu entre top 10 deste ano.

Fontes de tráfego

As categorias de site que mais geraram tráfego para essas páginas foram “ferramentas de busca”, com 27,29% do volume de acessos, redes sociais e fóruns (17,52%), sites de e-mail (6,15%), lojas de departamento (5,50%) e recompensas e diretórios (3,67%).

Distribuição regional

A região Sudeste concentrou as visitas ao comércio eletrônico, com 61,42% da participação no período de 12 semanas, encerrado dia 2 de março. O Sul do país aparece na segunda posição, com 15,17%, enquanto o Nordeste, Centro-Oeste e o Norte ficaram com 12,14%, 7,74%, e 3,53%, respectivamente.

1. Mercado Livre (10,11%)

2. Americanas (4,80%)

3. Buscapé (3,47%)

4. Dafiti (3,35%),

5. Bom Negócio (3,05%)

6. OLX (2,78%)

7. Netshoes (2,74%)

8. Shopping UOL (2,52%)

9. Casas Bahia (1,87%)

10. Groupon Brasil (1,86%)

Vagas para e-Commerce e Midia Digital

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